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Marketing Digital: 5 verdades que ninguém conta

Marketing Digital: 5 verdades que ninguém conta

By Marketing Digital No Comments

Se você está chegando no nosso blog pela primeira vez, prazer! Nós somos a 7mídias, sua boutique de marketing digital 🙂

Somos uma agência focada em resultados: nos preocupamos em sempre trazer e realizar as melhores estratégias para você e seu negócio.

Se você quer aprender um pouco mais sobre esse universo de marketing digital, está no lugar certo! 🎉

Hoje, vamos explicar melhor sobre esse trabalho e também desvendar 5 verdades que ninguém te conta sobre ele.

Esperamos que você goste e boa leitura! 🙂

O que é Marketing Digital?

Talvez você revire o olho com essa pergunta. 

Afinal, não é óbvio?

Bom, nem tanto 🤷‍♀️

Quer ver?

Tente definir o que é marketing digital (não vale falar que é uma empresa postar no Instagram ou Facebook :P).

Difícil, não é? 

“Marketing Digital” é uma expressão que passou a ser muito usada nos últimos anos e por isso estamos bastante familiarizados com ela. Mas é importante entendermos qual é de fato o seu objetivo.

Então, vamos lá:

Marketing Digital é um conjunto de ações que uma empresa faz por meio de canais digitais com o objetivo de gerar resultados — sejam eles online ou offline.

Pronto! Simples assim 🙂 

Repare que marcamos 3 termos-chave nessa frase: “ações”, “canais digitais” e “resultados”. 

Vamos entender melhor cada um deles?

  • Ações: Pode ser o disparo de um de SMS, um post em um blog, o envio de uma newsletter, um anúncio em uma página da internet… Enfim, pode ser qualquer tipo de atividade, desde que ela seja feita por um dos…
  • Canais Digitais: São os meios por onde você recebe as ações. Um canal digital pode ser o seu celular, e-mail, uma rede social, página na internet etc.
  • Resultados: É o que você quer obter com a ação feita. Ou seja, uma conversão! Pode ser uma venda, uma obtenção de lead, o acesso a uma landing page…

Agora que já definimos bem o que é Marketing Digital, podemos entrar no tema principal deste artigo, que são as 5 verdades que ninguém te conta sobre ele. 

Vamos lá?! 😉

5 verdades que ninguém te conta sobre Marketing Digital

1. O Marketing Digital não vai salvar o seu negócio

Vamos começar já de cara com um tópico um pouco polêmico.

É muito comum clientes chegarem até nós com a esperança de que o marketing digital vá salvar seus negócios. 

O marketing digital é uma parte muito importante da estratégia de marketing de qualquer empresa que deseja sobreviver aos tempos modernos.

Para explicar o que estamos afirmando, vamos usar um exemplo que vai ilustrar melhor: 

Imagine uma empresa que queira lançar um produto no mercado e contrate uma ótima agência de marketing digital (tipo a gente! 😎 rs).

Um projeto de lançamento é feito, com um conteúdo rico e visualmente atraente para redes sociais, artigos de blogs bem escritos e otimizados para SEO e uma automação de e-mails trabalhada focando na jornada do consumidor.

O resultado? Um sucesso! 

Os usuários amam o conteúdo, sua linguagem visual e são seduzidos pelo que está sendo oferecido.

Mas, na hora de comprar… 

A empresa não consegue cumprir com um bom serviço: a entrega atrasa, o produto não tem qualidade, os funcionários não são treinados para oferecer um bom atendimento, entre outros vários problemas.

Qual é o resultado agora? Clientes frustrados com o produto e a falta de cuidado da empresa em tentar solucionar o problema. 

E, como já falamos, tudo isso está ligado diretamente à imagem da empresa.

Consequentemente, o engajamento nos canais digitais começa a cair, os comentários e avaliações negativas crescem e a empresa perde seu prestígio.

Claro que o marketing digital pode (e deve!) ajudar a solucionar esse problema. 

Mas o que adiantaria a promoção de novas ações superinteressantes se a própria empresa não demonstra interesse em melhorar suas outras áreas de atuação e continua desapontando seus clientes?

2. O Marketing Digital não acontece da noite para o dia

Se tem uma coisa com a qual nós, profissionais do marketing digital, temos que lidar constantemente é com as altas expectativas de novos clientes.

É muito comum empresários chegarem até nós sem nenhum engajamento em suas redes sociais e esperarem um crescimento de 10 mil seguidores e uma chuva de likes da noite para o dia, simplesmente por postar nesses canais. 

É um pensamento bastante compreensível, já que o próprio marketing digital sempre se vendeu como uma solução instantânea para o seu negócio.

Esse tipo de situação que descrevemos pode sim acontecer. Inclusive, temos alguns cases assim, mas eles não são regras. São exceções.

É muito difícil uma empresa sem nenhuma estrutura digital bombar da noite para o dia simplesmente por conta de um trabalho orgânico. 

Marketing pago x Marketing orgânico 

Para explicar melhor essa verdade, vamos diferenciar o marketing pago do orgânico:

Marketing Pago

  • É aquele em que você inv$te para prospectar clientes mais rapidamente.
  • Exemplos: anúncios em sites, vídeos e redes sociais.
  • Solução de curto prazo e imediata.

Marketing Orgânico

  • É aquele que trabalha para prospectar clientes gratuitamente.
  • Exemplos: artigos de blogs e posts em redes sociais.
  • Trabalho com resultados a longo prazo. 

👉 É muito importante levantar que ambas as estratégias são importantes e complementares.

Portanto, por mais que o trabalho de marketing orgânico seja essencial para a prospecção a longo prazo e o branding de qualquer empresa, para ter essa “chuva de likes” no início do trabalho, é preciso estar disposto a investir em tráfego pago.

3. Marketing Digital não é só redes sociais

Quando falamos em marketing digital, 99.99% das vezes pensamos em redes sociais

Isso faz sentido, já que este é o canal digital que estamos mais habituados a usar, tanto como pessoa física quanto jurídica. 

Mas não é só lá que a mágica acontece. 

Um bom trabalho de marketing digital deve focar em estruturar diferentes frentes digitais, como blogs, newsletters e anúncios pagos. 

Veja o porquê:

A. Você tem mais controle sobre o seu conteúdo

Falamos bastante sobre isso no nosso Instagram na época em que ele removeu os likes. Quem lembra?

Depositar todo o seu trabalho de marketing e conteúdo em um só lugar (que, dependendo do caso, nem pertence a você) é bem perigoso.

O que aconteceria se o Facebook e Instagram desaparecessem do dia para a noite?

 

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Pode parecer uma ideia maluca, mas, há um tempo atrás, o Instagram saiu do ar por algumas horas.

Foi um período curto, mas suficiente para abalar o planejamento de marketing de muitas marcas.

Imagina, então, o que aconteceria se ele desaparecesse?

E, mais importante, como o seu negócio ficaria?

Se ele baseia toda sua estratégia de marketing e relacionamento somente nesta plataforma, pode acabar vendo seu trabalho ir por água abaixo literalmente em questão de minutos. 

B. Diferentes canais atingem diferentes pessoas em diferentes estágios de compra

Cada rede digital tem suas características próprias que funcionam para diferentes objetivos.

Se você souber aproveitar todas elas, vai otimizar ainda mais seu poder de conversão.

Marcas de moda são um segmento do mercado que sabem aproveitar muito bem essas diferenças em seu trabalho.

Quer ver?

Vamos usar o exemplo de uma jornada de compra de uma personagem que vai viajar para um país frio:

  1. Um dia, na aba “Explorar” do Instagram, o usuário encontra uma marca de casacos de inverno.
  2. Ele acessa o perfil da marca, passa a segui-la e entra em sua loja virtual.
  3. Ele navega pelo site, simula uma compra de um produto, mas pensa melhor e desiste.
  4. Diariamente, ele continua recebendo em seu feed notificações e conteúdos da marca, com fotos bonitas, que estimulam o seu desejo pelo produto.
  5. Três dias depois, ele recebe um e-mail da loja indicando um artigo em seu blog com dicas para montar produções com roupas de inverno. Ele se interessa e clica no link.
  6. No artigo, após cada ideia, existem botões otimizados, que permitem a compra imediata dos produtos indicados na postagem.
  7. O usuário vê novamente a peça que pensou em comprar em uma das produções feitas no blog.
  8. Agora ele está decidido: clica no botão para comprar e finaliza a compra.

BUM! Conversão feita! 💥

Aqui, nós mostramos o exemplo de um perfil de comprador mais complexo e exigente, que requer mais trabalho para converter.

Também existem os que vão converter no 3º passo. 

Mas você e seu negócio devem estar preparados para esses dois tipos de clientes (e todos os outros que ficam no meio!). 

C. Diferentes mídias trabalham diferentes estratégias

Além de trabalhar simultaneamente diferentes perfis e estágios de clientes, a diversificação funciona para diferentes propósitos. 

Por exemplo, uma postagem em uma rede social pode fazer muito sucesso hoje, mas amanhã não vai mais engajar. 

Ou seja, funciona muito bem para manter a lembrança da marca constantemente acesa. 

Já uma de blog têm um crescimento orgânico mais lento, trazendo benefícios a longo prazo, como construção de autoridade e branding.

4. Antes de trabalhar o seu marketing, você precisa saber quem é

lagarta da Alice: quem é você?

Assim como o milagre da chuva de likes, muitos empresários chegam até nós achando que querem um trabalho de marketing digital, quando precisam antes de um bom planejamento de branding (que nós também fazemos! 😎).

Já falamos mais aprofundadamente sobre esse trabalho aqui, mas, de forma geral, o branding é tudo aquilo que está envolvido no relacionamento da empresa com seu público e mercado.

São ações que ajudam a criar e reforçar a personalidade de uma marca.

Entender quem você é antes de estruturar seu marketing digital é importante porque permite traçar uma estratégia de ação muito mais assertiva e efetiva.

Aqui vai um exemplo muito básico:

O simples fato de saber que o público do seu negócio é B2B permite entender em quais espaços o seu cliente em potencial está — usando o exemplo mais tangível das redes sociais, talvez não seja nem no Instagram nem no Facebook, e sim no LinkedIn 🙂

5. O Marketing Digital está sempre mudando

Tá bom, entre todos os tópicos que apresentamos, talvez esse seja o menos revelador. 

Afinal, o MUNDO está mudando constantemente, principalmente graças à nossa revolução digital.

E como é que o Marketing Digital, que carrega a palavra “digital” em seu nome, não seria assim também? 

Por isso, para trabalhar com Marketing Digital, é preciso estar aberto a mudanças, disposto a testar e experimentar novas fórmulas, a sempre buscar novas soluções e, claro, acompanhar todas as métricas e dados para ver e entender seu crescimento.

A gente sabe, é muita coisa. 

Afinal, você já precisa administrar outras partes importantes do seu negócio, como a financeira, legal e administrativa. Ainda precisa cuidar disso?

Mas, não se preocupe, estamos aqui para te ajudar! 😎

conheça a 7mídias, sua boutique de marketing digital

Contamos todas essas verdades porque acreditamos que a transparência deve ser o primeiro passo para uma parceria de sucesso.

Fazemos questão de sempre mostrar um planejamento realista e alcançável feito especialmente para atender suas necessidades e as da sua empresa e queremos convidar você para conhecer um pouquinho mais do nosso trabalho:

1. A gente faz questão de conhecer você e sua empresa!

Se você gostou da 7mídias e quer nos conhecer melhor, nossa equipe faz questão de te ligar para bater um papo.

Queremos entender o seu negócio, suas dores e necessidades

CLIQUE AQUI PARA ENTRAR EM CONTATO COM A GENTE!

Isso vai nos ajudar a oferecer o que você realmente precisa — não queremos empurrar uma série de serviços que não fazem sentido para o seu negócio.

2. Deixa com a gente: nós elaboramos seu planejamento estratégico

Oba! Agora é a parte mais divertida!

É a hora de planejar suas prioridades e objetivos por cada tipo de canal. 

Nós montamos um plano de ações eficiente e fácil de acompanhar, para que você possa estar sempre a par de tudo o que estamos fazendo à medida que avançamos com o trabalho. 

3. Nós entregamos resultados

Além de contar com o atendimento mais cuidadoso do mercado e receber um trabalho de alta qualidade, você poderá acompanhar seu crescimento junto a nossos especialistas em conversão.

Se quiser, pode assinar também o nosso Dashboard personalizado, assim, você tem acesso em tempo real a todos os dados mais valiosos para o seu negócio atualizados minuto a minuto. 

Dashboard para analisar seu marketing digital

Estamos te esperando!

Chame a gente para te ajudar a montar uma estratégia de marketing digital que seja eficiente para você se seu negócio:

QUERO TRAÇAR UMA ESTRATÉGIA PARA O MEU NEGÓCIO!

Esperamos que esse artigo tenha te ajudado a entender um pouco mais sobre esse universo maravilhoso que é o marketing digital!

Se você ficou com alguma dúvida, pode perguntar nos comentários aqui embaixo. Vamos adorar poder te responder!

Para mais conteúdos como esse, siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abraço e até a próxima 🙂

Inbound Marketing: o que é, como e por que usar

Inbound Marketing: o que é e como usar pra atrair clientes

By Marketing de Conteúdo No Comments

Nos últimos anos, o termo “Inbound Marketing” vem ganhando bastante destaque no mundo do marketing. 

Mesmo assim, ainda é comum que muita gente tenha dúvida sobre ele e o seu funcionamento. 

Assim nasceu este artigo: para esclarecer um pouco mais sobre essa estratégia de marketing que pode trazer resultados muito interessantes pro seu negócio a médio e longo prazo. 

Vamos lá?! 🙂

O que é Inbound Marketing?

Se traduzirmos ao pé da letra, Inbound Marketing significa Marketing de Entrada.

Mas a melhor tradução para esse termo seria Marketing de Atração (inclusive, esse é um outro nome que o Inbound Marketing pode ter).

O Inbound Marketing é uma estratégia de marketing cujo maior objetivo é atrair e conquistar potenciais clientes para a sua empresa.

Mas como ele funciona?

Para entender melhor o seu funcionamento, vamos traçar um paralelo com outra estratégia de marketing: o Outbound Marketing. 

Apesar do nome similar, o Outbound Marketing é traduzido justamente para o significado oposto: Marketing de Saída. 

Ele engloba os métodos de marketing e publicidade mais tradicionais — inclusive estamos bastantes acostumados com alguns deles, olha só: 

  • Comerciais na TV;
  • Outdoors na rua;
  • Telemarketing;
  • Anúncios impressos em revistas e jornais…

Percebe como em todos esses casos a empresa que está anunciando “vai” até o cliente? 

O cliente não escolheu qual anúncio deseja ver na TV ou na revista. O anúncio simplesmente “apareceu” para ele.

É aí que está a grande diferença do Outbound Marketing para o Inbound Marketing:

O Inbound Marketing trabalha para que o cliente até a empresa, por livre e espontânea vontade. 

A diferença entre Outbound Marketing e Inbound Marketing

Mas como ele faz isso?

É o que vamos te mostrar agora!

Como trabalhar o Inbound Marketing?

Agora que você entendeu como o Inbound Marketing funciona na teoria, vamos te mostrar como ele é na prática. 

A estratégia

A estratégia de Inbound Marketing trabalha com as seguintes etapas:

  1. Criação de um universo visual e de conteúdo alinhado com o branding da empresa;
  2. Atração de pessoas que se interessem pelo universo trabalhado pela marca;
  3. Conversão dessas pessoas em clientes (lembrando que essa definição de cliente é essa daqui);
  4. Conversão desses clientes em compradores;
  5. Transformação desses clientes e/ou compradores em fãs da marca. 

Ou seja, ele trabalha com maior intensidade no início do seu Funil de Vendas, mas também vai influenciar no seu desenvolvimento e final. 

O diferencial do Inbound Marketing

Mas o que torna o Inbound Marketing diferente das outras estratégias de marketing?

O Inbound Marketing tende a atrair pessoas com maiores chances de serem qualificadas para o seu negócio!

E o que são pessoas qualificadas?

O termo correto usado em marketing é, na verdade, lead qualificada. 

Para ficar mais fácil de entender, vamos explicar primeiro o que é lead

Lead é o contato de uma pessoa que pode vir a ser seu cliente.

Por exemplo, suponhamos que você tenha uma página da sua marca no Instagram e alguém interessado no seu serviço entra em contato com você.

Automaticamente aquela pessoa virou uma lead.

Ou seja, você tem o caminho para contato com ela. Nesse caso, o perfil no Instagram. Mas poderia ser o e-mail, telefone, endereço…

Mas isso não significa que essa pessoa se interessa pelo seu produto ou serviço.

Pode parecer contraditório, mas é muito comum.

É normal pessoas entrarem em contato com a gente pelo Instagram pedindo por serviços que não estão na cartela de serviços da 7mídias

Isso porque elas não são leads qualificadas.

Uma lead qualificada é aquela que tem perspectiva de concluir a compra de um produto ou serviço.

A atração de leads qualificadas

E por que o Inbound Marketing costuma atrair mais pessoas qualificadas? 

Porque ela cria um universo pensando especialmente no público-alvo da marca.

Para ficar mais claro, vamos voltar à primeira etapa da estratégia do Inbound Marketing:

“1. Criação de um universo visual e de conteúdo alinhado com o branding da empresa.”

Ou seja, a empresa se propõe a criar uma série de frentes que vão atrair e falar de coisas que tem a ver com o seu público-alvo.

O blog da Amplic é um ótimo exemplo de como isso funciona!

Exemplo de marketing de conteúdo da empresa Amplic

A Amplic é uma empresa financeira B2B que tem como clientes empresas e empresários com um determinado perfil.

Em seu blog, encontramos diversos artigos sobre finanças e empreendedorismo, assuntos que certamente interessam o seu público-alvo. 

Ou seja, a chance de alguém com esse perfil encontrar o site e os serviços da Amplic — e se interessar genuinamente — aumenta com esse trabalho.

  • Se você quiser entender melhor como funciona a estratégia de criação de personalidade e universo da marca, leia os nossos artigos sobre Branding e Marketing de Conteúdo

5 jeitos de trabalhar o Inbound Marketing

E depois de tudo isso, você pode estar se perguntando: “beleza, mas COMO eu faço isso acontecer?”

Existem várias frentes pelas quais você pode trabalhar seu Inbound Marketing.

E você já pode ter percebido que o Marketing de Conteúdo vai ser o seu grande aliado nessa estratégia. 

Inclusive, é muito comum que um seja confundido com o outro. Mas, na verdade, eles são coisas diferentes.

Qual é a diferença entre o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo?

O Inbound Marketing é uma estratégia de marketing que trabalha para que o cliente até a empresa, por livre e espontânea vontade. 

Já o Marketing de Conteúdo é uma estratégia de marketing que tem como objetivo atrair novos clientes e engajar os já existentes por meio da produção e compartilhamento de um conteúdo.

Em outras palavras, o Marketing de Conteúdo é UM dos jeitos de trabalhar o Inbound Marketing. 

O Marketing de Conteúdo está dentro do Inbound Marketing

O Marketing de Conteúdo é uma das estratégias do Inbound Marketing.

Mas como trabalhar o Inbound Marketing (seja com o Marketing de Conteúdo ou não) na prática?

1. Redes Sociais

Esse provavelmente é um dos métodos mais populares de Inbound Marketing.

Vai dizer que você nunca descobriu uma marca navegando pela aba de busca do Instagram ou por hashtags?!

Não é à toa que, hoje em dia, elas são uma das apostas das empresas para atrair novos clientes organicamente. 

  • Para ver dicas de como trabalhar redes sociais para o seu negócio, clique aqui!

2. Blog

Enquanto as redes sociais trabalham muito bem para metas a curto e médio prazo, não é uma boa ideia apostar todas as suas fichas apenas neste canal.

Inclusive, falamos sobre a importância de multiplicar os seus canais de contato com os clientes no nosso Instagram. Clique aqui para ver.

É curiosa a quantidade de pessoas que aposta todas as fichas nas redes sociais e ignora outras estratégias.

Por mais que as redes sociais possam trazer um retorno incrível, a plataforma não é nossa. Ou seja, se um dia ela resolver sumir, todo o seu trabalho de marca será perdido. 

Além disso, o blog é uma estratégia muito interessante quando pensada como planejamento orgânico de médio e longo prazo. 

  • Para ver dicas de como trabalhar um blog para o seu negócio, clique aqui!

3. SEO

Sempre que falamos de blog, precisamos lembrar da importância do SEO.

Relembrando, SEO significa “Search Engine Optimization” e é um conjunto de técnicas aplicada a um site e/ou artigo que vão facilitar que ele fique no topo da página de pesquisa do Google. 

  • Para ver dicas de como trabalhar o SEO para o seu negócio, clique aqui!

O SEO é um ótimo exemplo de técnica de Inbound Marketing que não é Marketing de Conteúdo; ele é uma ferramenta que pode atuar e auxiliar em várias frentes do seu trabalho.

4. E-mail Marketing

Se você ainda acha que enviar e-mails de empresa é sinônimo de spam, talvez seja hora de repensar isso 😛

Estudos mostram que cada vez mais esse é um canal que as empresas devem usar para se comunicar com sucesso com os seus clientes.

Para mostrar como isso é verdade, trouxemos alguns dados interessantes: 

  • 59% das pessoas que trabalham com marketing dizem que o e-mail é sua maior fonte de ROI (Hubspot, 2019);
  • 61% dos consumidores preferem ser contatados por marcas por e-mail (Statista, 2019);
  • Uma mensagem tem 5x mais chances de ser aberta quando enviada por e-mail do que por Facebook (Radicati, 2017);
  • 72% das pessoas preferem receber conteúdo promocional por e-mail do que por redes sociais (MarketingSherpa, 2013).

5. eBook

Um eBook é um livro eletrônico.

Esse formato ficou bastante popular de uns anos pra cá graças à popularização dos leitores digitais como o Kindle e o Kobo.

Mas o eBook que a sua empresa vai oferecer não precisa ser feito especificamente para essas plataformas.

Basta ser um PDF que possa ser acessado em diferentes aparelhos eletrônicos, como computadores, celulares, tablets ou mesmo pelos leitores digitais. 

Nele, escolha falar de algum assunto no qual sua marca tenha expertise.

Esse material pode ser vendido ou oferecido gratuitamente. No segundo caso, você pode pedir em troca o e-mail do interessado e, pronto!, você tem uma lead qualificada! 🙂

Por que trabalhar o Inbound Marketing?

Como nós falamos no início do post, o Inbound Marketing não é o método mais tradicional de marketing.

Então por que optar por ele, quando existem outras estratégias tão mais consolidadas?

A gente vai te mostrar algumas vantagens de investir em um bom Inbound Marketing:

1. Para construir e preservar o branding da sua marca

O branding é tudo o que envolve a relação cliente x marca.

Em outras palavras, é um conjunto de decisões que diz respeito a qualquer aspecto que ajude a criar e reforçar a personalidade e comunicação da sua marca para o seu público final. 

E onde que o Inbound Marketing entra aí? 

Ora, se justamente o primeiro passo da sua estratégia é criar um universo visual e de conteúdo alinhado com o branding da empresa, isso já explica muita coisa, não é? 😉

E se você continuar alimentando esse universo, seja no feed do Instagram, seja com postagens no seu blog, você vai ajudar não só a preservar sua personalidade como também a fortalecê-la ainda mais!

2. Porque pode ser orgânico

Em marketing, quando chamamos um trabalho de orgânico, significa que ele não recebeu nenhum inve$timento para aumentar o seu alcance. 

Por exemplo, se você faz uma pesquisa no Google e clica em um link (que não esteja sinalizado com “Ad”, como mostramos abaixo), significa que você foi atraído organicamente.

Em contrapartida, se você clica em um anúncio (que está sempre sinalizado com “Ad”), chamamos esse acesso de clique pago. 

Quando o alcance de um site é impulsionado, está sempre sinalizado com o Ad

E se você quiser, o Inbound Marketing pode ser completamente orgânico — o que pode ser uma ótima saída para empresas que estão começando o seu trabalho em marketing.

  • Para aprender mais sobre Marketing Orgânico, clique aqui!

3. Para atrair pessoas qualificadas

Já falamos bastante sobre atração de pessoas qualificadas aqui em cima, mas, para fechar com chave de ouro, vamos trazer um exemplo que vai explicar bem isso:

Vamos supor que você não coma carne e está vendo TV.

De repente, aparece um comercial sobre a inauguração de uma churrascaria. 

Isso vai te impactar em algum nível? Não. Você vai visitar o restaurante por vontade própria? Não. 

Ou seja, olha aí um potencial sendo desperdiçado.

Além de ter um custo normalmente mais alto, nem sempre se consegue atingir as pessoas certas no Outbound Marketing. E nem medir com precisão os resultados das suas ações.

O canal de TV que transmitiu o seu anúncio certamente tem um levantamento enorme com uma série de pesquisas sobre os números e hábitos de quem estava assistindo seu canal quando o anúncio do restaurante passou.

Mas, mesmo assim, eles são só uma média geral. 

Como o Inbound Marketing não “sai” à procura de pessoas para impactar, ele acaba falando apenas com as pessoas que realmente se interessam pelo o seu negócio.

É algo como “cuide do seu jardim e as borboletas virão até você” (brega? Talvez, mas fez supersentido, vai!). 

OBS: Importante ressaltar que não estamos falando que as ações de Outbound Marketing não são necessárias, pelo contrário!

Vamos falar sobre isso melhor no próximo tópico, mas, no caso do comercial sobre a churrascaria, ele pode trabalhar outros aspectos do marketing, como reconhecimento de marca e memorização de serviço.

4. Para o seu Marketing de Relacionamento

O Inbound Marketing trabalha para criar algo que vai atrair o seu cliente até a sua marca, além do seu produto e serviço. 

Ao não oferecer apenas o seu produto ou serviço escancaradamente, quem é impactado pelas ações da empresa passa a gostar mais dela.

Sabe quando você entra em uma loja, não compra nada, mas, mesmo assim, a vendedora é muito simpática, responde todas as suas dúvidas com boa vontade e até te dá uma amostra grátis? 

A impressão causada por essa simples ação é tão boa que é possível que passemos a recomendar aquela loja, mesmo sem termos adquirido nada dela. E certamente fará com que você volte rapidamente para consumir lá.

No Inbound Marketing é assim.

O objetivo é impactar pessoas com o seu conteúdo.

Com isso, as pessoas tendem a se sentir mais confiantes na empresa, permitindo que ela entre mais em suas vida. Aos poucos, criam ainda um relacionamento saudável com ela, que resulta em venda e na criação de fãs, que passam a divulgar a marca por vontade própria. 

Não abandone as outras estratégias de marketing!

Nós mostramos todas as vantagens de trabalhar o Inbound Marketing como parte de sua estratégia.

Mas queremos deixar bem frisado que é sempre inteligente trabalhar diferentes estratégias de marketing para o seu negócio.

Não é porque o Inbound Marketing é legal — e se aplica melhor a alguns perfis e momentos do negócio –, que ele invalida os outros métodos. 

Inclusive, em muitos momentos eles acabam se encontrando e se misturando, como o próprio Marketing de Relacionamento de que falamos no último tópico.

É preciso diversificar sua carteira de investimentos em marketing.

E nós sabemos que isso pode parecer pesado, principalmente se você já tem várias outras coisas a respeito do seu negócio para se preocupar. 

Mas não se preocupe! 🙂

Se você estiver confuso(a) de por onde começar, nós podemos te ajudar!

A 7mídias te ajuda a traçar uma estratégia que faça sentido para você e pro seu negócio.

QUERO TRAÇAR UMA ESTRATÉGIA PARA O MEU NEGÓCIO!

Esperamos que esse artigo tenha te ajudado a entender um pouquinho mais sobre esse universo maravilhoso que é o marketing!

Se você ainda ficou com alguma dúvida, pode perguntar nos comentários aqui embaixo. Vamos adorar responder!

Para mais conteúdos como este, siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abraço e até a próxima!

E-commerce: tire fotos incríveis para sua loja virtual!

E-commerce: 3 dicas para tirar fotos de produto incríveis

By E-commerce 5 Comments

Quando ainda nem pensávamos em vender online, lojas físicas já trabalhavam diferentes estratégias para chamar a atenção de visitantes: vitrines superelaboradas, música ambiente agradável, difusores cheirosos… Até o cafezinho ainda é usado para cativar clientes! ☕

Cada um desses exemplos que citamos trabalha um sentido diferente do nosso corpo. Vitrine para a visão, música para a audição, aroma para o olfato e café para o paladar.

Isso porque abordar diferentes tipos de caminhos de percepção aumenta as chances de uma marca seduzir seu público, despertar seu desejo.

Afinal, não basta ter um ótimo produto, é preciso saber atrair o seu consumidor até ele.

Beleza, mas e o que o seu e-commerce tem a ver com isso (afinal, é disso que esse post deve tratar, né?!)?

atraindo clientes para o seu e-commerce

Quando falamos de plataformas virtuais, os únicos sentidos que conseguimos atingir são o da visão e o da audição (pelo menos por enquanto!).

E como não é de muito bom tom ter músicas em um site, acaba sobrando “apenas” a visão para ser trabalhada.

Isso mostra a importância de trabalhar bem a parte visual em um e-commerce.

Seu layout precisa ser bonito e fácil de usar, seus textos precisam ser limpos e efetivos, seus call-to-action precisam ser eficientes e… as fotos dos produtos precisam ser irresistíveis e informativas.

O que queremos dizer com “informativas”?

Quando você pega um produto na prateleira de uma loja, consegue sentir o seu toque, entender facilmente suas dimensões, ver seus detalhes de perto, sentir seu cheiro e até mesmo testá-lo.

Em um e-commerce não.

Tudo o que temos é meia dúzia de fotos para apresentar o produto. Uma bela desvantagem, não é?

Por isso, essas imagens precisam encantar o visitante (a ponto de ele optar pela compra on-line, e ter que esperar pela entrega do produto, ao invés de tê-lo imediatamente comprando em uma loja física). E precisam também apresentar todas as características do produto, para que o comprador tenha o máximo de dados sobre aquela peça, mesmo sem vê-la ao vivo.

Um outro ótimo motivo para dar atenção às fotos do seu e-commerce é o Google.

A importância das imagens no Google

Vamos supor que você esteja procurando uma camisa branca de botão masculina.

Primeiro, o Google vai pré-selecionar peças que se enquadram nessa descrição (por isso, é igualmente essencial o trabalho de SEO em e-commerces) e vai te mostrar algumas delas.

O exemplo da camisa branca é ótimo porque esse produto existe em diferentes lojas e são todas praticamente iguais. Olha só:

Diferentes tipos de camisa branca em uma pesquisa do Google

Todas essas camisas têm as mesmas características: são brancas, de manga comprida e têm a mesma faixa de preço.

Mesmo sendo parecidas, uma delas atraiu o seu olhar e é nela que você clica primeiro. E, certamente, tem uma que você escolhe por último.

O que te fez escolher a primeira foto? Bom, os motivos que levam alguém a escolher uma imagem e rejeitar outra variam de pessoa para pessoa. Não existe uma fórmula que funcione para todo mundo; o que pode ser lindo para você pode ser horrível para o seu vizinho 🤷‍♀️

Por isso, é muito importante que a identidade da sua fotografia esteja alinhada com as suas diretrizes de branding e identidade visual. Assim, você aumenta as chances de atrair o público correto, que se identifica com a sua marca e, logo, tem mais chances de realizar uma compra.

Foto para e-commerce: 4 estilos de camisas brancas

Uma camisa branca de botão, 4 jeitos de vender (créditos: Riachuelo, Shop2gether, Malwee e Oriba)

Como tirar fotos pro meu e-commerce?

Para garantir que o seu e-commerce tenha fotos incríveis, sempre recomendamos contratar um profissional especializado.

Mas sabemos também que nem sempre esse é um investimento possível.

E aí o seu projeto vai ficar parado até existir a oportunidade de ter um fotógrafo? Não!

Comece fotografando você mesmo os seus produtos.

Para te apoiar nessa empreitada, montamos um guia com instruções de como VOCÊ pode tirar fotos incríveis para o seu e-commerce.

São algumas dicas e truques que vão te ajudar a conseguir imagens bem incríveis usando o que você provavelmente já tem em casa.

Acreditamos que vai te ajudar bastante!

3 dicas para tirar fotos de produtos incríveis

1. Aproveite o equipamento que você já tem

Quando pensamos em fotografia, logo imaginamos aqueles estúdios superiluminados, câmeras pesadas e fundos infinitos.

Estúdio de Fotografia

Vai dizer que você não pensou em um estúdio assim?

Claro que, quanto melhor for o seu equipamento de trabalho, melhor a qualidade do resultado.

Mas, na falta de opção, você pode usar o que já tem. Quer ver?

Câmera

Hoje em dia, praticamente todos os celulares têm câmeras muito boas e que podem perfeitamente ser usadas para tirar as fotos dos seus produtos (e, se o seu não tiver, é só pedir emprestado o de um amigo 😉).

Aqui mesmo na 7mídias, para nossas fotos de conteúdo, usamos uma câmera digital compacta (você já deve ter visto em algum dos nossos stories de backstage). Ela é um modelo simples, mas o resultado fica bem bacana.

 

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Um pouco da nossa produção de fotos para o Instagram. Aproveita para seguir a gente lá! 😉

Iluminação

A verdade é que equipamentos de luz são caros e ocupam muito espaço. A menos que você consiga dedicar um espaço para deixá-lo montado, um conjunto profissional pode acabar virando uma dor de cabeça.

Além disso, a melhor fonte de luz que existe no mundo não custa um centavo, nem ocupa lugar no seu escritório: o sol! 🌞

Nenhuma luz artificial consegue vencer a beleza de uma luz natural.

Sabe aquela janela que tem no seu escritório ou na sua casa? Use-a ao seu favor!

Fotografe próximo a ela. Pode ser no chão, em cima de uma mesa, no próprio parapeito…

Fotografando para o blog perto da janela

making of da produção da foto que abre esse post. Veja como é bem pertinho da janela 😉

Dicas para fotografar com luz natural:

  • Quando for fotografar com luz natural, evite a luz direta. Elas resultam em sombra dura (aquela que é bem demarcada).
  • Observe os horários em que a iluminação do ambiente fica melhor e se programa para tirar suas fotos dentro desse período.
  • Prefira produzir suas imagens em dias nublados ou com mormaço. As nuvens criam uma espécie de filtro na luz do sol, deixando as suas sombras menos contrastantes e o resultado mais bonito.

Tripé

O tripé é um suporte que mantém a sua câmera no lugar e parada.

Ele é uma mão na roda se você estiver fotografando sozinho e/ou precisar manter um padrão de posicionamento e angulação em todas as fotos.

Além disso, ele evita que as imagens saiam tremidas, já que a câmera fica parada e estável.

 

 

 

 

 

 

 

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O tripé é muito útil na hora de experimentar diferentes tipos de composições.

Existem diferentes tipos de tripés, dos mais variados tamanhos, preços e qualidades. Mas também dá para improvisar um com objetos de apoio, como livros, vasos ou caixas.

Celular preso em um corrimão com fita crepé

Improvise um tripé com a ajuda de uma fita crepe! (créditos: abeautifulmess.com)

2. Faça um styling incrível

Em fotografia, “styling” é como é chamada a organização dos objetos em uma foto.

Sabe quando o anúncio de um móvel o coloca dentro de um ambiente decorado? Ou então a propaganda de um doce, servido em uma mesa superbonita, com pratos elegantes e objetos com uma cartela de cores deliciosa? Esses são exemplos de styling.

Cadeira de madeira em uma sala branca com objetos neutros

Essa cadeira poderia ser fotografada em um fundo chapado e seria igualmente bonita. Mas, dentro de uma composição, conseguimos imaginá-la em uma casa de praia ou em momentos de relaxar.

O styling permite que o cliente visualize como seria aquele produto na vida dele.

Por meio de objetos que contam uma história, ele também cria o desejo pelo universo da imagem. “Se eu comprar esse móvel, terei a casa moderna que eu sempre quis. Se eu comprar essa sobremesa, serei transportado para um mundo mágico, doce e feliz”.

Macarons azuis

Você se imagina comendo esses macarons e ficando de mau-humor?

O styling e a história do produto

Quando você for pensar na produção da sua foto, pense em qual história aquela imagem quer contar. Quais cores combinam com ela? Quais objetos transmitem essa mensagem? Qual o melhor ângulo para mostrar tudo?

Por exemplo, no nosso post sobre LinkedIn, escolhemos objetos ligados a um universo profissional: os óculos, o celular, a caneta…

E, claro, trabalhamos esses elementos de maneira que fizessem sentido com a nossa identidade visual e o nosso branding.

Foto aérea de produtos

Elementos profissionais (óculos, caneta, celular) mesclados com os que fazem parte do universo da 7mídias (plantas, verde, fundo colorido).

Mas atenção: em e-commerces, tão importante quanto a foto em seu contexto são as imagens “informativas” de que falamos lá em cima — a prioridade é que o usuário tenha um entendimento completo da peça à venda.

Criar um styling bacana tem muito de tentativa e erro, de experimentar o que melhor funciona na sua imagem e ver o que não deu muito certo.

Se você não sabe por onde começar, escolha o caminho mais fácil: fotografe seu objeto em um fundo legal.

Assim, você não precisa se preocupar em ter um ambiente inteiro super iluminado, com uma decoração diferenciada, nem nada disso. Você só precisa posicionar esse fundo perto da sua janela e voilà!

O que usar de fundo na fotografia?

Um objeto fotografado em um fundo bacana consegue servir para os dois propósitos: o informativo e o de styling.

Muitos clientes chegam até nós perguntando como fazemos os fundos coloridos nas nossas fotos. Acredite, é bem mais simples do que parece!

Você pode explorar diversas opções de fundo, mas o mais prático é usar cartolina colorida.

A cartolina é uma boa ideia porque pode ser usada várias vezes, não ocupa muito espaço quando enrolada e pode servir para duas finalidades: fotos aéreas (também chamadas de flatlays) e de fundo infinito.

Backstage da produção de fotos para o blog

Como fotografamos as fotos para as nossas mídias. Para ajudar, prendemos as pontinhas do papel com fita crepe ou colocamos um objeto pesado para segurar.

Para fazer o fundo infinito, é só prender uma das laterais da cartolina em uma parede com fita crepe, assim ó:

Foto para e-commerce: fundo infinito de foto

créditos: fstoppers.com

A única desvantagem da cartolina é que ela acaba se deteriorando com tempo: suja, rasga, amassa… Se preferir, invista em um material mais duradouro, como courino, fórmica, madeira…

E, claro, você sempre pode inovar nos fundos experimentando materiais diferentes como tecidos, toalhas ou mesmo parte de roupas! 🙂

3. Foque em uma boa edição de foto

Para quem não pode ter um equipamento e/ou um profissional, a edição é a parte mais importante desse processo.

Quando estiver batendo a foto, certifique-se apenas de duas coisas:

  1. Que a disposição dos objetos esteja do jeito que você deseja;
  2. Que a sombra esteja no lugar correto.

O resto você consegue resolver na edição.

Hoje em dia podemos contar com milhares de programas de edição de fotos: só é preciso encontrar um que se adapte melhor às suas necessidades.

Dá até pra editar pelo celular! O app da VSCO, por exemplo, em sua versão gratuita vem com várias opções de filtros prontos e conta com bons ajustes fotográficos.

Mas o nosso programa favorito de edição de foto é o Lightroom, na versão desktop.

A vantagem desse programa é que ele tem muitas ferramentas, mas funciona com uma interface muito simples e intuitiva.

Como editar fotos de produto no Lightroom

Para te ajudar a editar fotos de produtos no Lightroom, estamos montando um e-book que vai te ensinar o passo a passo de como deixar suas imagens incríveis!

Nele você verá como fizemos para editar essa foto que tiramos para o nosso post sobre Branding:

Foto para e-commerce: como editar suas fotos de produto para ficarem incríveis!

Difícil de acreditar que são a mesma foto, né?

Para saber quando o e-book estiver disponível, deixe o seu e-mail abaixo:

Extra: dicas para tirar fotos de roupa!

Já quando o assunto é roupa, a história muda um pouco.

Isso porque queremos ver detalhes como o caimento da peça que não dá pra ver tão bem em uma peça esticada no chão ou pendurada em um cabide.

Uma alternativa ao estúdio fotográfico é usar as dicas que demos no primeiro tópico, sobre o equipamento, e posicionar a pessoa vestindo a roupa em frente a uma parede de cor lisa (se na sua casa ou escritório não tiver nenhuma com boa luz, com certeza na sua cidade tem várias!)

Para ficar mais interessante, e trabalhar o branding da sua marca, mescle essas fotos de estúdio informativas com outras ambientadas, de lifestyle.

Foto de roupa para e-commerce

exemplo das fotos de lifestyle que produzimos para a marca Bossa Social.

A vantagem dessas fotos ambientadas é que elas funcionam superbem em redes sociais também e costumam engajar mais do que as de estúdio!

O e-commerce dos seus sonhos!

Montar um e-commerce definitivamente é trabalhoso.

Essa foi só uma palinha de como você pode trabalhar melhor a parte visual da sua loja virtual, mas não se esqueça que também é preciso focar em um bom design, pontos de conversão, usabilidade…

Sem falar em outras estratégias que vão otimizar a sua conversão, como um bom trabalho de marketing digital, de SEO, de branding… UFA! Tudo isso mais a parte de realmente gerir o seu negócio: cuidar de equipes, estoque, caixa… 😱

Mas você não precisa fazer tudo sozinho!

Quando você empreende, existem milhões de coisas para serem resolvidas e é normal querermos centralizar tudo em nossas mãos (acredite, nós entendemos, é o nosso filho!). Mas, pensa só, o tempo que você gasta com uma tarefa poderia ser aproveitado em outras mais importantes!

Deixa a 7mídias te ajudar a ter o e-commerce dos seus sonhos! Que não seja só lindo e do jeito que você sempre sonhou, mas também otimizado para conversão e com ótima usabilidade.

EU QUERO UM E-COMMERCE INCRÍVEL! 😎

Se ficou com alguma dúvida sobre e-commerce e/ou fotografia, pode perguntar aqui nos comentários, vamos adorar te ajudar!

Quer mais conteúdo legal assim? siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abraço e até a próxima 🙂

qual é a importância do blog para sua empresa?

Marketing de Conteúdo: por que sua empresa deve ter um blog?

By Marketing de Conteúdo No Comments

Se você é das antigas no mundo da internet, provavelmente teve um blog (ou pelo menos conhece alguém que teve).

As reportagens de TV da época o descreviam como sendo um “diário virtual”. E fazia todo o sentido: nele, escrevíamos como tinha sido o nosso dia, o que tínhamos feito, nossos sentimentos etc.

Bom. De lá pra cá, muita coisa mudou.

Hoje, os blogs são um espaço de compartilhamento de informações úteis — muitos deles sendo usados como parte da estratégia de marketing de empresas.

Mas, pera.

Em que momento o blog virou uma “estratégia de marketing”? Quando ele parou de ser um lugar em que escrevíamos sobre o dia a dia na escola e passou a ser visto como estratégico?

Isso é fácil de entender.

Com o surgimento de novas redes sociais, as pessoas migraram seus conteúdos pessoais para outras plataformas (como o Instagram) e passaram a falar sobre assuntos mais gerais nos blogs, como política, moda, cinema, marketing digital 😎…

E onde entram as empresas nessa história? Até agora só falamos de pessoas.

O que o seu negócio tem a ver com isso?

Bom, é isso o que vamos explicar por aqui: por que a sua empresa deve ter um blog, quais são as suas vantagens e como ele pode ajudar no seu crescimento.

Se aconchegue com sua xícara de café e boa leitura! ☕

O que é marketing de conteúdo?

Para entendermos o que é marketing de conteúdo, primeiro precisamos revisitar a palavra “conteúdo”.

Aliás, se tem um termo que está na moda no mundo do marketing, este termo é “conteúdo”.

Provavelmente você já deve ter visto influencers e publicitários digitais falando que o mais importante para o sucesso online de uma marca é sua consistência e / de conteúdo.

"Conteúdo incrível!"

“conteúdo incrível!”

No dia a dia do “mundo offline”, costumamos associar a palavra “conteúdo” a relevância.

Por exemplo, quem nunca ouviu alguém dizer “ah, aquela pessoa é tão desinteressante, ela não tem conteúdo”?

Só que, em marketing digital, “conteúdo” significa qualquer coisa publicada — seja por meio de foto, vídeo, texto ou áudio.

Na verdade, é até engraçado: hoje em dia, TUDO é conteúdo.

Sim, quando você grava um stories sobre o seu jantar, é conteúdo (mas se ele vai interessar a outras pessoas, aí é outra história…).

Agora que já restabelecemos esse conceito, fica mais fácil de entender o que é Marketing de Conteúdo:

Marketing de Conteúdo é uma estratégia que tem como objetivo atrair novos clientes e engajar os já existentes por meio da produção e compartilhamento de um conteúdo.

Vamos explicar isso por partes:

0. O que é cliente?

Vale lembrar que cliente não necessariamente é a pessoa que consumiu o seu produto / serviço.

Cliente é uma pessoa que consome uma marca

Ou seja, ele segue, indica, gosta e se interessa pela empresa. Mas não obrigatoriamente paga por ela (e não necessariamente por birra; pode ser um impedimento geográfico, de poder de consumo, de falta de apoio etc.)

1. Marketing de conteúdo ajuda a atrair novos clientes

Considerando essa definição de cliente, o marketing de conteúdo vai trazer novas pessoas para conhecerem e (desejavelmente) se interessarem por uma marca.

Vai dizer que você nunca descobriu uma empresa bacana por meio da aba “Procurar” no Instagram? Você viu uma arte interessante e clicou. Olha o marketing de conteúdo atuando aí 🙂

E como fazer com que as pessoas encontrem o seu conteúdo? Isso nós vamos falar mais adiante.

2. Marketing de conteúdo ajuda a engajar os clientes já existentes

Essa é fácil de entender: certamente existem marcas que você já consumiu mas sobre a qual nunca mais ouviu falar, e tem as que você continuou acompanhando, seja por meio de postagens nas redes sociais, de podcasts, newsletters etc.

E por que você continuou ali?

Porque você se interessa pelo o que elas têm a dizer. Porque você gosta dos seus conteúdos.

Por que trabalhar o marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo é interessante porque ele trabalha duas etapas importantes da conversão: atrair e manter clientes.

Mas existe um outro fator que conta a favor dele: o econômico!

Já falamos melhor sobre isso por aqui: geralmente quem está começando um planejamento de marketing quer focar no retorno a curto prazo. Mas isso requer um grande inve$timento com anúncios, impulsionamentos, patrocínios etc.

Como alternativa, existem estratégias que podem trazer um retorno bem interessante a médio prazo e que são gratuitas — como o marketing de conteúdo.

Um conteúdo bem trabalhado pode ajudar MUITO no crescimento do seu negócio!

Como fazer marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo pode ser trabalhado por diversos meios: visual, audiovisual, escrito, auditivo…

Ou seja, você pode usar diferentes meios:

Se tudo é conteúdo, as plataformas são (quase) infinitas.

Mas, de todos esses canais que citamos, só dois são gratuitos e rápidos de começar: o blog e as redes sociais.

  • Para fazer um podcast, são necessários microfones especiais, editores de som e vinhetas com direitos autorais.
  • Para produzir vídeo no Youtube, são necessários equipamentos cinematográficos, programas de edição e editores de vídeo.
  • Para criar um e-book, são necessários um designer, um escritor, um revisor de conteúdo e uma plataforma para hospedar o livro.

Se quiser aprender mais sobre como usar as redes sociais para empresas, clique aqui.

Já o blog… É só escrever no bloco de notas e depois publicar na sua plataforma favorita 🙂

Blog para empresas: como fazer?

1. Como criar um blog para minha empresa?

Atualmente, existem várias plataformas gratuitas para criar um blog.

Muitas delas são user-friendly, mesmo se você não souber nada sobre programação. É só cadastrar sua conta, escolher um nome e sair postando!

Claro que, como esse é um trabalho para a sua empresa, é interessante que ele tenha um ar profissional, com domínio próprio (o “.com.br”), um bom servidor e um design original.

Se você precisar de ajuda para criar o blog da sua empresa, conte com a 7mídias! 🙂

2. Sobre o que minha empresa deve falar?

Quais assuntos devem ser abordados?

Fale de temas que façam sentido para o universo da marca.

Por exemplo, uma clínica veterinária pode escrever sobre as doenças e tratamentos mais comuns em animais, sua alimentação, seus cuidados diários…

Mas também é interessante fugir do óbvio.

Entenda a persona do seu cliente ideal e atraia-o por outros interesses.

Uma loja de móveis pode escrever sobre decoração de sala de estar ou do quarto.

Mas também deve explorar outros tópicos que conversem com o seu produto e público. Ela pode, por exemplo, montar uma lista de filmes com uma cenografia incrível.

Pense no seu cliente: do que ele gosta? O que ele escuta? O que ele vê?

Mescle esses dois tipos de conteúdo e encontre o balanço perfeito para atrair sua audiência!

Exemplo de marketing de conteúdo da empresa Amplic
O blog da Amplic, uma empresa financeira, aborda temas ligados a esse universo, mas com um olhar empreendedor — seu principal tipo de cliente.

Exemplo de marketing de conteúdo da empresa Metalúrgica Besser
Outro exemplo, o blog da loja de ferragens Metalúrgica Besser também mescla muito bem seus conteúdos: veja como mostra maneiras de usar um produto (painel canaletado), mas também fala sobre outros temas, como limpeza de ferrugem e tutoriais de faça você mesmo.

3. Como minha empresa deve falar?

Um blog bem trabalhado não só é uma oportunidade de trabalhar o seu marketing de conteúdo, mas também serve para fortalecer o branding da sua empresa.

Nesse post definimos o que é branding:

Branding é um conjunto de decisões que uma empresa toma para se comunicar com o seu público e mercado. (…) Nesse conjunto consta praticamente qualquer coisa que ajude a criar e reforçar a personalidade de uma marca (…) Desde uma identidade visual bem elaborada, passando pela escolha das causas sociais apoiadas pela empresa e sua linguagem nas redes sociais, até a seleção de músicas que tocam no espaço físico da marca.O branding ajuda a tornar uma marca consistente.”

Ou seja, temos aí uma ótima oportunidade para reforçar a personalidade da sua marca.

E como fazer isso?

Mais uma vez, lembre-se de seus clientes.

Como eles falam? Quais gírias usam? Sua linguagem é formal ou pode ser informal? Precisa usar palavras técnicas?

DICA: faça um mapeamento de palavras-chave que façam sentido para a sua fala.

Vai te ajudar a escrever melhor, além de conectar mais facilmente sua empresa com seu público-alvo, criando textos que ele realmente tem vontade de ler.

Marketing de conteúdo e blog, como fazer funcionar? O segredo do SEO

Lembra quando falamos que o marketing de conteúdo é ótimo para atrair novos clientes?

Poisé!

Mas muitos clientes chegam até nós meio desacreditados no trabalho de blog.

Eles costumam ter um site bem completo, com bastante postagens, mas sem nenhum retorno palpável.

Isso acontece porque não está sendo feito nenhum trabalho de SEO.

Resumidamente, SEO é um conjunto de técnicas que você usa em suas postagens de blog para ajudá-lo a ficar no topo das páginas de pesquisas. Você pode conhecer algumas dessas técnicas clicando aqui.

Claro que um blog que não trabalha essas técnicas pode eventualmente ter sucesso pontual em um ou outro post.

Mas isso é contar com a sorte.

E por que contar só com a sorte quando se pode otimizar o seu trabalho (e tempo e, consequentemente, sucesso)?

Não adianta produzir um conteúdo superbacana se ele não é encontrado por ninguém porque não foi produzido estrategicamente.

Se você já tem um blog com uma quantidade de posts interessantes, não precisa começar do zero e jogar fora todo o seu trabalho. Às vezes, tudo o que você precisa é da mãozinha de alguém que já tem o olhar preparado estrategicamente para isso. (oi!) 😉

Ou, se você quer trabalhar o seu marketing de conteúdo, mas não tem tempo ou não sabe por onde começar, peça ajuda para a 7mídias, somos especialistas em criar conteúdo para empresas incríveis!

E se ficou com alguma dúvida sobre o assunto, pode perguntar aqui nos comentários!

Quer mais conteúdo legal assim? siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abraço e até a próxima!

Afinal, o que é branding?

Branding: o que é e por que sua empresa precisa dele

By Branding 3 Comments

Um branding bem trabalhado pode ser a chave para o sucesso de um negócio.

Bem legal, mas… o que é “branding”?

É muito comum clientes chegarem até nós pedindo por um novo branding, quando na verdade só querem a criação de uma identidade visual.

Como a confusão entre esses dois termos é normal, resolvemos te ajudar a entender suas diferenças.

Já mostramos o que é identidade visual aqui.

Hoje, vamos explicar o que é branding e aproveitar pra mostrar por que o seu negócio deve ter um e como fazer para que ele te traga bons resultados.

Esperamos que ajude! 🙂

O que é branding?

A palavra “branding” em si é relativamente nova no marketing.

Mas, no final das contas, é só um jeito novo de definir o que boas empresas já fazem há muito tempo.

Branding é um conjunto de decisões que uma empresa toma para se comunicar com o seu público e mercado.

E o que está dentro desse “conjunto de decisões”?

Praticamente qualquer coisa que ajude a criar e reforçar a personalidade de uma marca.

Quando falamos “qualquer coisa”, é qualquer coisa mesmo. Desde uma identidade visual bem elaborada, passando pela escolha das causas sociais apoiadas pela empresa e sua linguagem nas redes sociais, até a seleção de músicas que tocam no espaço físico da marca.

É um trabalho que precisa ser bem planejado e, mais importante, consistente.

Aliás, essa é uma boa definição:

O branding ajuda a tornar uma marca consistente.

Qual a diferença entre branding e identidade visual?

A identidade visual faz parte do branding de uma empresa.

Já contamos aqui o que é identidade visual e quais são seus elementos fundamentais. Mas, resumidamente, a identidade visual é a representação gráfica de uma empresa.

É como ela se apresenta visualmente para o mundo.

Já o branding envolve toda a relação da marca com o cliente.

Elementos alternativos da identidade visual: papelaria e cartão de visita
Exemplo de uma identidade visual aplicada!

E por que muita gente acaba achando que branding é o mesmo que identidade visual?

Porque, por ser muito visual, a identidade visual acaba sendo, na maioria dos casos, a parte do branding mais explícita para o público.

Ou seja, ela é uma peça fundamental para expor e fortalecer os conceitos de uma marca. Mas (é sempre importante lembrar), ela não deve ser a única responsável por isso. Esse é um trabalho que deve ser muito mais profundo e complexo (chamado branding! :))

Por que ter um branding?

Para dar personalidade à sua marca, fazendo com que ela se destaque no mercado.

Por que isso é importante? Vamos dar um exemplo que ilustra bem isso:

Provavelmente na sua cidade, volta e meia uma loja que era supertradicional fecha as portas.

O dono alega que não estava mais conseguindo concorrer no mercado.

Todo mundo fica triste, mas ninguém comprava de fato lá. Por quê?

Bom, vamos lá:

Do jeito que nasceu, essa loja seguiu a vida inteira, sem tirar nem pôr.

Seu espaço físico era igual ao do dia em que inaugurou. Ela não entrou para nenhuma rede social. Sua identidade visual não foi atualizada.

Nada mudou.

Ou seja, ela nunca passou por um processo de (re)branding.

Só que o que aconteceu? O que funcionava muito bem quando ela surgiu parou de funcionar.

Com as mudanças no mercado e a aceleração do varejo, seus produtos, que não eram de criação própria, podiam ser encontrados facilmente em outras lojas.

E seus preços, ou concorriam com o de outras lojas mais descoladas da rua, ou eram muito altos quando comparados aos das grandes cadeias de varejo.

Ou seja, ela não oferecia nenhum atrativo ao público: nem preço interessante, nem uma marca atraente.

Por que comprar ali quando na outra loja é mais barato?

Por que pagar o mesmo preço que eu pagaria naquela loja muito mais legal da esquina?

A gente sabe que essa é uma situação bem triste e cruel e que outros fatores também podem influenciar no fechamento de estabelecimentos como este.

Mas muitas vezes só faltou um trabalho de branding.

E não necessariamente isso significa grandes investimentos ou a perda de sua essência original para ficar igual ao que já existe no mercado (o que é muito comum).

Mas apenas um trabalho de consistência de marca.

Em tempos em que temos TANTAS ofertas a um alcance tão fácil quanto a busca em um celular, é essencial saber atingir o seu cliente e fazer com que ele escolha por você.

Hoje em dia não faz sentido uma empresa não trabalhar o seu branding.

Empresas B2B precisam de um?

Para cada empresa, o trabalho de branding é diferente.

Uma empresa B2B (aquela que presta serviço para outras empresas) não precisa necessariamente se preocupar com a música que está tocando em seu escritório ou com postagens no Instagram, rede em que pode não ter muito apelo.

Mas pode ser interessante para ela estar presente no LinkedIn. Ou trabalhar o tom de voz do seu atendimento — ele deve ser mais formal, dinâmico ou despretensioso?

Ou seja, apesar de trabalhar com estratégias diferentes, um bom branding sempre traz diferencial para o seu negócio.

Como fazer um bom branding?

O campo do “branding” é relativamente novo, mas não por isso menos complexo.

Como já deu pra perceber, ele pode ser trabalhado de diversas maneiras.

A verdade é que não existe um modelo de planejamento de branding que funcione sempre para todas as empresas.

Cada negócio exige uma metodologia diferente.

Se você se interessa pelo assunto, um bom livro para começar a se aventurar é o “A Moda Imita a Vida”, escrito pelo André Carvalhal.

 

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Nele são abordadas algumas das mais populares metodologia de branding. Sempre com uma linguagem simples e tranquila.

Mas é claro que o resultado sempre fica muito mais profissional e consistente quando você trabalha com uma empresa especializada em criar brandings para empresas, como a 7mídias.

Que tal vir tomar um café com a gente para conhecermos mais sobre o seu negócio?

Por hoje, esperamos que esse artigo tenha esclarecido um pouco mais sobre esse universo enorme que é o branding.

Se ficou com alguma dúvida sobre o assunto, conta pra gente nos comentários. Será um prazer te ajudar!

Um abraço e até a próxima 🙂

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identidade visual: pincéis

Identidade Visual: o que é e como criar para sua empresa!

By Branding No Comments

Seu negócio tem uma identidade visual?

Já é senso comum: se você cria uma empresa, precisa de uma marca.

Também chamada de logotipo (ou logomarca — vamos ver mais pra frente qual é o termo correto), a marca é o símbolo que representa um empreendimento.

Muita gente acaba achando que só esse “desenho” já é suficiente para dizer que uma empresa tem um projeto gráfico completo.

Mas, na verdade, ele é só uma parte de toda uma identidade visual que, por sua vez, pertence ao branding de uma empresa.

Calma que vamos explicar melhor cada um desses termos ao longo deste post e do próximo. (:

Também vamos contar o que, afinal, é uma identidade visual, o que ela tem que ter e ainda como criar uma para o seu negócio.

Esperamos que goste e boa leitura! 😎

(Ah! E se você se interessa pelo assunto, um livro muito bacana para entender melhor sobre ele é o “Sistema de Identidade Visual”, da Maria Luisa Péon, que é bem didático e direto. Ótimo para ter como referência.)

O que é Identidade Visual

Como falamos, existe um consenso: se você tem uma empresa, precisa de uma marca para ela.

Mas muita gente acaba achando que uma identidade visual é composta apenas por esse “desenho” (muitas vezes chamado de logo).

E não é bem assim.

Na verdade, é um pouco (pra não dizer muito) além disso.

Do ponto de vista do Design e do Marketing, uma identidade visual é um sistema com elementos visuais que singularizam, uniformizam e fortalecem a imagem de uma empresa.

O que uma identidade visual deve ter

Ok. Uma identidade visual é um sistema composto por elementos visuais. Quais?

Pra começar, eles variam de quantidade e complexidade de acordo com o tamanho da empresa.

Por exemplo, uma micro empresa que está começando sem investimento talvez só precise do básico em um primeiro momento.

E o que é esse “básico”?

Existem 3 elementos essenciais em qualquer sistema de identidade visual:

1. Assinatura gráfica (ou marca)

Geralmente, uma assinatura gráfica é composta por 2 elementos: símbolo e logotipo.

  • Símbolo: imagem que representa a marca.
  • Logotipo: parte nominal da marca. Pode ser escrita com uma fonte já pronta ou criada a partir de um lettering.

Elementos que compõe uma identidade visual: símbolo e logotipo

Uma boa marca é criada de maneira que esses elementos possam ser usados separadamente, abrindo o leque de representações da marca.

Mas isso não quer dizer que toda assinatura precise ter esses 2 elementos.

A Google e a IBM, por exemplo, são duas empresas que têm apenas logotipo.

Logotipo da google e da ibm

Usar apenas um símbolo é mais incomum, mas não podemos dizer que impossível. Quem não se lembra da marca do Prince?! 😛

Símbolo marca do Prince

Ah! 😎 E aqui vai uma curiosidade:

Muita gente acaba caindo no hábito de falar “logomarca”. Apesar de ser um termo usado por alguns autores, na maioria das vezes ele é visto como errado.

Para não correr nenhum risco, indicamos é chamar de “assinatura gráfica”.

(alguns também chamam de “marca”, mas tem os que defendem que esse termo deve ser usado no sentido de branding…Enfim, é muita discordância! rs 😛

O importante nessa história é estar certo de que a pessoa com quem está falando tem o mesmo entendimento dos termos que você, para garantir que estão falando da mesma coisa!)

2. Cartela de Cores

A cartela de cores são cores pré-definidas que ajudam a identificar a marca.

Uma combinação de cores interessante e bem aplicada pode fortalecer muito uma marca.

Quer um exemplo?

Quem nunca viu alguém vestido de vermelho e amarelo e se lembrou do McDonald’s? Ou o Azul Tiffany que já até virou nome de cor em homenagem à loja de joias americana?

3. Tipografia

A tipografia é a fonte que a empresa usará para se comunicar em suas peças gráficas, como cartões, informes ou site.

Geralmente são usadas 2 opções: uma para display e outra para texto corrido.

  • A tipografia para display é usada em textos de destaques, como títulos, chamadas e sinalizações.
  • A tipografia para texto corrido é usada em blocos de textos, como artigos, subtítulos e informações complementares.

O ideal é que dentro desse conjunto de fontes não haja a mesma usada no logotipo da assinatura gráfica, a fim de não diminuir sua força e pregnância.

Por exemplo, a marca da 7mídias foi escrita usando uma tipografia completamente diferente da nossa de apoio, que é a Raleway — que, inclusive, por ter uma boa variação de pesos (negrito, itálico etc), consegue fazer o papel de display e texto corrido!

Outros elementos

Depois de fechar esses 3 elementos essenciais, se necessário (e dependendo do investimento), começam a ser criados os desdobramentos da marca, que vão ajudar a consolidar ainda mais sua imagem.

Esses desdobramentos podem ser, por exemplo, criação de padronagens, grafismos que serão aplicados em fotografias, marcas d’água especiais…

Elementos alternativos da identidade visual: papelaria e cartão de visita
desdobramento de uma marca em papelaria

Tudo para ajudar a criar um universo visual que vai comunicar o negócio.

3 motivos por que você PRECISA de uma identidade visual

Tá bom, você já sabe que uma empresa precisa de uma marca.

Mas já parou pra pensar por que de fato ela precisa de uma?

1. Para se destacar no mercado

Com uma identidade visual bem trabalhada, é possível alcançar algo fantástico:

O reconhecimento rápido da sua empresa frente a outros produtos e serviços semelhantes.

Um exemplo muito claro disso é o do Suco do Bem.

Antes de a marca ir para a rua, as caixas de suco já existentes tinham uma linguagem visual muito parecida, independente do seu posicionamento no mercado.

Quando a empresa, que tem uma imagem mais jovem e moderninha, chegou, rapidamente se destacou nas prateleiras dos supermercados.

E pode reparar: hoje em dia, várias embalagens de suco passaram a apostar nessa linguagem visual mais leve e divertida. Ou seja, foi uma verdadeira revolução em termos de caixinhas de suco! 🙂

OBS.: é sempre importante lembrar que a identidade visual é um grande passo para trazer notoriedade pro seu negócio, mas não é a única responsável por isso.

Não adianta ter um projeto gráfico fantástico se a empresa não entrega o que promete ou se ela tem um péssimo serviço de atendimento ao cliente.

É necessário frisar isso porque muitos empresários acabam colocando todo o peso do seu sucesso só na assinatura gráfica e se esquecem que outros fatores de branding também são essenciais.

2. Reconhecimento interno

Um sistema de identidade visual cria um reconhecimento interno da empresa.

Por exemplo, quando funcionários carregam no peito o símbolo da empresa em uniformes, isso ajuda a criar a sensação de pertencimento ao seu negócio.

Seus membros não estão ali apenas pelo pagamento no final do mês, mas também porque têm orgulho de fazer parte daquela organização.

3. Aumentar e justificar o seu valor

Afinal, todos queremos a mesma coisa: o sucesso do nosso negócio.

Uma marca bem trabalhada para o seu público aumenta e justifica o valor do seu produto ou serviço.

Não queremos dizer necessariamente valor no sentindo de preço, mas sim de estima.

Lembre-se: um bom design não precisa significar um produto ou serviço caro, mas deve se comunicar e se justificar para o seu público-alvo.

Como sei se a minha identidade visual é boa?

Quando falamos “boa”, não é no sentido de bonita ou feia porque isso é muito subjetivo.

“Boa” significa que, além de atender ao briefing da marca, ela também é tecnicamente perfeita.

É muuuuito comum vermos marcas que são lindas, mas que não funcionam no sentido técnico, pelos mais variados motivos.

(inclusive, esses sites que dizem “gerar logos” são campeões nisto).

Espera-se que uma identidade visual seja eterna, por isso, é essencial prever o máximo de usos para ela.

É preciso que ela funcione para ser aplicada nas mais variadas superfícies, de diferentes texturas, materiais e concavidades.

Ela deve funcionar em diferentes tamanhos, desde uma etiqueta de roupa até um outdoor no meio da estrada (claro que isso vai depender do que faz sentido para a empresa).

Para te ajudar, criamos uma lista rápida com as diferentes variações que uma boa marca deve ter:

  1. Variação de marca horizontal.
  2. Variação de marca vertical.
  3. Aplicação só do símbolo.
  4. Aplicação só da tipografia.

Esses 4 itens devem possuir variações de aplicação em:

  1. Policromia.
  2. Monocromia em meio-tom.
  3. A traço.
  4. Outline,
  5. Negativa.
  6. Variações adaptadas em policromia para aplicação em fundos claros e escuros.

Exemplos de aplicação de marca
algumas das aplicações para um das variações da assinatura gráfica.

E então, a sua marca atende a todos esses requisitos?

É muito importante ter essa lista sempre em mente se você é um designer que cria identidades visuais ou um empresário que busca contratar uma agência (como nós! 🙂).

Como criar uma identidade visual para o meu negócio?

Criar uma identidade visual é um trabalho que existe bastante sensibilidade e conversa.

É essencial um bom alinhamento entre o empresário e o designer. Um briefing mal esclarecido pode trazer muitas dores de cabeça!

Não existe um segredo para criar uma marca única e especial, mas a única dica que podemos dar é que não procure sites que geram logos automaticamente.

Além de ser um resultado pobre do ponto de vista técnico, esses serviços desvalorizam o trabalho de um profissional realmente capacitado.

Um bom conhecimento técnico, profissionais capacitados e muita vontade de fazer diferente pelo seu negócio são essenciais nessa jornada.

Aqui na 7mídias desenvolvemos uma metodologia especial e que atende muito bem aos nossos clientes.

Se você quiser conhecer um pouco mais o nosso trabalho com identidade visual, clique aqui.

Mas se você quiser saber um pouco mais sobre como funciona um trabalho de desenvolvimento de identidade visual, então vem conversar com a gente!

Quer mais conteúdo legal assim? Então, siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abração e até a próxima!