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capa ilustração de lupa sobre texto

Palavra-chave: como escolher a melhor pra minha página?

By SEO No Comments

Se você escreve em páginas da internet ou administra algum site, com certeza já deve ter ouvido falar sobre a palavra-chave, mas se ainda não ouviu chegou a hora de entender como essa palavrinha é útil pro seu negócio.

No SEO, a palavra-chave de um texto é aquela que reúne o que há de mais importante nele. É um dos principais fatores que o Google leva em conta na hora de indexar a sua página e exibi-la nos resultados das buscas do usuários.

Mas por quê?

Bem, vamos pensar de maneira prática. Se você quisesse pesquisar uma receita de bolo de chocolate no Google (nada suspeita minha pesquisa 😋), provavelmente você pesquisaria: 

👉 “Receita bolo de chocolate” ou até mesmo “bolo de chocolate”, certo?

Só isso já seria suficiente pro Google indexar todas as páginas que tivessem como palavra chave “bolo de chocolate” e afins.

Agora, imagine se no SEO da sua página sobre receita de bolo de chocolate você optar por colocar como palavra-chave “receitas”.

Na nossa pesquisa aqui de cima, é claro que não seria impossível o Google encontrar a sua página como resultado da busca, mas com certeza ela só apareceria depois das páginas com o termo-chave mais específico.   

Já deu pra entender o quanto escolher bem a sua é importante? 

Nesse artigo de hoje vamos te contar um pouquinho mais sobre essa importância, as diferentes estratégias pra planejar e dicas pra escolher as suas.

Vamos nessa?

como os usuários fazem buscas no Google

Tudo começa com as buscas! Nós mesmos damos um Google em absolutamente tudo na vida. Desde “que dia é hoje” até “como fazer o SEO da minha página”.

O Google sabe disso e, como trabalha com os mais diversos campos e profundidades de conteúdo, ele categoriza cada tipo de busca utilizando mecanismos diferentes pra oferecer as melhores respostas pra cada uma. 

Mas o que isso tem a ver com a palavra-chave? Tudo! Antes de planejar qualquer página, você precisa saber quem você quer alcançar.

Sabendo isso, você consegue traçar o perfil comportamental do seu público e como ele te encontraria no Google, ou seja, meio caminho andado pra definir a palavra-chave!

Por isso, é sempre bom estar atento na hora de definir nossas estratégias! Veja algumas formas do Google categorizar as buscas:

pesquisa navegacional

A busca navegacional acontece quando o usuário já sabe onde quer ir. Essa busca é muito comum com nomes de marcas.

👉 Ex: Facebook ou 7mídias 🤓

Por experiência própria, geralmente encontramos a página que queremos em primeiro lugar e nem olhamos o resto, certo?

Nesse caso, se você tem um site, é muito importante que uma de suas páginas tenha como palavra-chave o nome da sua empresa, de preferência a página principal. 😉

Vídeo mostrando uma pesquisa navegacional no Google com a palavra-chave "7mídias"

pesquisa informacional

Essa já acontece quando queremos aprender sobre alguma coisa. 

Se pensarmos no percurso de vendas, aqui a pessoa ainda estaria no topo do funil, tentando aprofundar seu conhecimento no produto, marca ou assunto, mas ainda distante de fechar um negócio.

👉 Ex: segurança do Facebook, ou quem sabe, SEO para sites.

Essa é uma boa oportunidade pra captar leads e, geralmente, os Blogs exercem essa função muito bem!

Usando a 7mídias como exemplo, uma pessoa pode chegar até o nosso site por este artigo, querendo entender melhor sobre palavras-chave. Mesmo que essa pessoa não esteja interessada em contratar um dos nossos serviços, vai passar a conhecer um pouquinho da nossa empresa. E se gostar, é muito provável que indique aos amigos ou que queira conhecer mais sobre nós. 😊

(Se esse é o seu caso, seja muito bem vindo! 🌟)

pesquisa transacional

Aqui a pessoa já sabe o que quer e só procura um meio pra conseguir isso.

👉 Ex: Facebook como baixar ou 7mídias telefone

Pra esse tipo de busca, já está quase tudo certo pro usuário efetivar a compra ou o contato, a não ser que ele não encontre as informações de maneira fácil. 😕

Por isso, garanta que o seu negócio está acessível e fácil de ser encontrado na web! 

Mantenha a sua página sempre atualizada e fique de olho pra ver se ninguém entrou em contato com você, a rapidez no atendimento conta MUITO!

pesquisa local

Nesse tipo de busca, o Google utiliza um algoritmo diferente que apresenta os resultados localizados no Google Maps, próximos à região em que o usuário está ou que ele digita nos termos de busca.

👉 Vamos supor que você tenha uma lanchonete em Copacabana. Se eu estiver nesse bairro e buscar “lanchonetes” provavelmente o Google vai mostrar a sua entre as opções.  

Portanto, garanta que o seu negócio está visível no Google Maps através do Google Meu Negócio. 😉

Se você tem um negócio que opere com serviços remotos, como é o caso da 7mídias, essa ferramenta pode não fazer muito sentido, mas se você tiver uma loja física é super útil!

outras pesquisas

Existem ainda outras formas de pesquisa: por imagens, por notícias… e pra cada uma delas, a página de resultados do Google vai aparecer de uma forma diferente.

E se a página de resultados varia a cada modo de busca, é claro que as palavras-chaves também irão variar estrategicamente.

Vamos falar agora um pouco sobre elas. 👇

head tail x long tail: tipos de palavra-chave

De maneira geral, podemos dividir as palavras-chave nessas duas categorias que variam de acordo com a especificidade da busca.

Optar por uma das duas estratégias está diretamente ligado ao momento da jornada de compra que a sua persona se encontra. 

Geralmente, quem está no topo do funil costuma fazer buscas mais abrangentes — como as pesquisas informacionais que citei acima — enquanto quem está quase fechando o negócio costuma fazer buscas mais específicas.

É claro que uma boa estratégia de SEO deve buscar atender e tirar dúvidas da persona durante toda a jornada, mas também é importante direcionar as estratégias porque elas fazem toda diferença nos resultados.

Precisamos pensar no que é mais interessante para aquela página: atrair leads ou fechar vendas? 

👉 Entenda o porquê:

head tail

Esses são os termos de “cauda curta” que são amplos e genéricos.

Os head tails são ótimos pra auxiliar uma pessoa que ainda está no início das buscas conhecendo mais sobre o tema. Essa persona ainda não sabe bem o que quer e está buscando apenas se inteirar do assunto.

👎 Problemas: 

  • alta concorrência: imagine só se a gente jogar “marketing digital” no Google, vai vir de tudo! Ranquear com head tails é bem mais difícil.
  • personas não qualificadas: as head tails atingem um grande número de pessoas precoces nas pesquisas, assim ela pode até passar a conhecer a marca, o que é bom, mas as chances de conversão são muito baixas.

👍 Vantagens:

  • atrair leads: Palavras-chave head tails são ótimas para atrair visitantes e tendem a ter um bom volume de buscas. ⭐

long tail

Ao contrário das head tails, as long tails (cauda longa) são termos mais específicos, geralmente buscas feitas por pessoas que já estão indo pro fim da compra.

Ao contrário das head tails, essas palavras-chave atraem um público qualificado e com alta chance de conversão!

👎 Problemas: 

  • tráfego baixo: optando por essas palavras-chave provavelmente o tráfego será baixo porque termos específicos têm menos buscas.

👍 Vantagens:

  • público qualificado: como falei aqui em cima, por estarem mais próximos de fecharem um negócio, já buscaram muito sobre o tema e estão mais amadurecidos no assunto.
  • baixa concorrência: por ter menos buscas, é bem mais fácil para ranquear no Google!

Mas lembre-se! Apesar de um ter mais vantagens do que o outro, tudo vai depender da sua estratégia, do que é interessante para a sua empresa no momento!

Não sabe qual a melhor opção? podemos te ajudar!

escolhendo a minha palavra-chave

Como já pudemos ver até aqui, não existe uma fórmula mágica, tampouco a palavra-chave ideal. Tudo é questão de estratégia!

É olhar pra dentro do seu negócio e pensar no que é mais útil para o momento: movimento e alcance de leads ou conversão para a compra.

É colocar na balança e traçar a rota — sempre lembrando que é possível mudar a estratégia se a sua não está dando certo.

Agora, falando mais um pouquinho sobre as estratégias de escolha de palavras-chave, temos mais alguns pontos a analisar antes de escolher a ideal.

Veja:

persona

O que um lead de determinada empresa geralmente está buscando?

Na 7mídias, por exemplo, muitos clientes chegam até nós buscando sites! E na sua empresa?

Quando pensamos sobre o que um potencial cliente poderia perguntar ao Google, fica mais fácil pra gente oferecer respostas!  🌟

volume de busca da palavra-chave

O volume de buscas tem a ver com a quantidade de vezes que aquela palavra é pesquisada no Google.

E onde conseguimos esses dados preciosíssimos? Existem plataformas voltadas pra isso, como o Keyword Planner, do Google.

interface do keyword planner, o planejador de palavra-chave do Google

Buscando a sua palavra-chave no Keyword Planner, ele apresenta o número médio de buscas mensais, a concorrência, o custo por clique e outras sugestões similares à sua busca.

Mas atenção, nem sempre uma palavra com uma quantidade alta de buscas vai ser a melhor, isso vai depender também do nosso próximo tópico, a concorrência. 

dificuldade de ranqueamento do termo-chave

A concorrência alta nos planejadores significa que muitos outros sites já utilizam aquele termo-chave e, com isso, vai ser mais difícil alcançar o topo da página do Google.

De nada adianta ter uma palavra com a quantidade de buscas altíssima se muitas outras pessoas já utilizam ela. Às vezes é mais estratégico utilizar um termo que apresente desempenho médio no volume de buscas e uma concorrência pequena.

🌎 Mundo ideal: um termo com alto volume de buscas e baixa concorrência. Se encontrar essa palavra, vá fundo nela! 

custo por clique da palavra-chave

Essa é válida pra quem utiliza aqueles anúncios no Google. 

Sabemos que os que ficam no topo da página são os que tem um custo por clique mais alto, mas dependendo da situação, vale analisar se não é mais vantagem escolher um custo por clique mais baixo. 

Essa seria uma forma do seu conteúdo continuar a ser visto com destaque, mas não necessariamente clicado, fazendo com que você gaste.  

tome cuidado com os sinônimos da sua palavra-chave

O que acontece é que às vezes miramos na palavra-chave errada achando que ela é muito promissora.

👉 Exemplo, supondo que eu escreva para um site de arquitetura e escreva um artigo sobre “plantas de casa”. 

Na hora de escolher minha palavra chave, eu encontro a palavra “plantas” com volume de buscas de 100 mil a 1 milhão e concorrência média, parece uma ótima palavra chave, né?

Mas será que a maioria das pessoas que buscam esse termo estão procurando sobre projetos de plantas 🏠 ou sobre as plantas verdinhas da natureza 🌳? 

Temos um grave problema! Se a maioria das pessoas que buscam esse termo, na verdade estão procurando sobre árvores e flores, meu site vai ser simplesmente ignorado por elas.

Portanto, seja estratégico e tome cuidado com os outros significados que a palavra pode ter!

quantidade de palavras-chave no texto

É importante citar a palavra escolhida no decorrer do texto, mas nada de exageros!

Use em alguns subtítulos e distribua de maneira natural durante o texto. Colocar essas palavras em demasia não é um bom sinal para o SEO porque pode ser reconhecida como uma black hat — prática ruim —  pelos algoritmos.

Em suas últimas atualizações, os algoritmos do Google têm se tornado ainda mais inteligentes para a linguagem natural utilizada por nós, humanos. 

Assim, cada vez mais ele reconhece quando um texto está tentando burlar regras pra mandar bem no SEO, e pode puni-los não os ranqueando nos resultados.

Além disso, essas mesmas atualizações fazem com que os algoritmos compreendam cada vez mais nossa linguagem, abrindo as portas para os sinônimos.

👉 Ex: por diversas vezes nesse texto usei “termo-chave” ao invés de “palavra-chave”. 😉

as melhores estratégias pra sua rede!

Espero que esse artigo de hoje tenha te ajudado a entender melhor o mundo do SEO e como se posicionar nele.

Mas vale lembrar que essas regras e métricas do Google estão sempre em movimento, portanto todo dia é dia de aprender mais um pouquinho e se atualizar no SEO.

As palavras-chave são só uma parte desse universo de práticas levadas em conta no momento da indexação, mas eu diria que uma parte super importante dele, por isso, vale se planejar BEM!

Estamos à disposição pra te ajudar nesse planejamento estratégico! (E cá entre nós, a 7mídias é master blaster boa nisso!)

confira nosso portfólio!

Gostou e quer agendar uma conversa sem compromisso? É pra já!

quero conhecer a 7!

E como coisa boa a gente nunca guarda só pra gente, não esquece de compartilhar este artigo com seus amigos! 🌟

Nos vemos no próximo post? Vou esperar você!

Um beijo e até a próxima! 🌻

Inbound Marketing: o que é, como e por que usar

Inbound Marketing: o que é e como usar pra atrair clientes

By Marketing de Conteúdo No Comments

Nos últimos anos, o termo “Inbound Marketing” vem ganhando bastante destaque no mundo do marketing. 

Mesmo assim, ainda é comum que muita gente tenha dúvida sobre ele e o seu funcionamento. 

Assim nasceu este artigo: para esclarecer um pouco mais sobre essa estratégia de marketing que pode trazer resultados muito interessantes pro seu negócio a médio e longo prazo. 

Vamos lá?! 🙂

O que é Inbound Marketing?

Se traduzirmos ao pé da letra, Inbound Marketing significa Marketing de Entrada.

Mas a melhor tradução para esse termo seria Marketing de Atração (inclusive, esse é um outro nome que o Inbound Marketing pode ter).

O Inbound Marketing é uma estratégia de marketing cujo maior objetivo é atrair e conquistar potenciais clientes para a sua empresa.

Mas como ele funciona?

Para entender melhor o seu funcionamento, vamos traçar um paralelo com outra estratégia de marketing: o Outbound Marketing. 

Apesar do nome similar, o Outbound Marketing é traduzido justamente para o significado oposto: Marketing de Saída. 

Ele engloba os métodos de marketing e publicidade mais tradicionais — inclusive estamos bastantes acostumados com alguns deles, olha só: 

  • Comerciais na TV;
  • Outdoors na rua;
  • Telemarketing;
  • Anúncios impressos em revistas e jornais…

Percebe como em todos esses casos a empresa que está anunciando “vai” até o cliente? 

O cliente não escolheu qual anúncio deseja ver na TV ou na revista. O anúncio simplesmente “apareceu” para ele.

É aí que está a grande diferença do Outbound Marketing para o Inbound Marketing:

O Inbound Marketing trabalha para que o cliente até a empresa, por livre e espontânea vontade. 

A diferença entre Outbound Marketing e Inbound Marketing

Mas como ele faz isso?

É o que vamos te mostrar agora!

Como trabalhar o Inbound Marketing?

Agora que você entendeu como o Inbound Marketing funciona na teoria, vamos te mostrar como ele é na prática. 

A estratégia

A estratégia de Inbound Marketing trabalha com as seguintes etapas:

  1. Criação de um universo visual e de conteúdo alinhado com o branding da empresa;
  2. Atração de pessoas que se interessem pelo universo trabalhado pela marca;
  3. Conversão dessas pessoas em clientes (lembrando que essa definição de cliente é essa daqui);
  4. Conversão desses clientes em compradores;
  5. Transformação desses clientes e/ou compradores em fãs da marca. 

Ou seja, ele trabalha com maior intensidade no início do seu Funil de Vendas, mas também vai influenciar no seu desenvolvimento e final. 

O diferencial do Inbound Marketing

Mas o que torna o Inbound Marketing diferente das outras estratégias de marketing?

O Inbound Marketing tende a atrair pessoas com maiores chances de serem qualificadas para o seu negócio!

E o que são pessoas qualificadas?

O termo correto usado em marketing é, na verdade, lead qualificada. 

Para ficar mais fácil de entender, vamos explicar primeiro o que é lead

Lead é o contato de uma pessoa que pode vir a ser seu cliente.

Por exemplo, suponhamos que você tenha uma página da sua marca no Instagram e alguém interessado no seu serviço entra em contato com você.

Automaticamente aquela pessoa virou uma lead.

Ou seja, você tem o caminho para contato com ela. Nesse caso, o perfil no Instagram. Mas poderia ser o e-mail, telefone, endereço…

Mas isso não significa que essa pessoa se interessa pelo seu produto ou serviço.

Pode parecer contraditório, mas é muito comum.

É normal pessoas entrarem em contato com a gente pelo Instagram pedindo por serviços que não estão na cartela de serviços da 7mídias

Isso porque elas não são leads qualificadas.

Uma lead qualificada é aquela que tem perspectiva de concluir a compra de um produto ou serviço.

A atração de leads qualificadas

E por que o Inbound Marketing costuma atrair mais pessoas qualificadas? 

Porque ela cria um universo pensando especialmente no público-alvo da marca.

Para ficar mais claro, vamos voltar à primeira etapa da estratégia do Inbound Marketing:

“1. Criação de um universo visual e de conteúdo alinhado com o branding da empresa.”

Ou seja, a empresa se propõe a criar uma série de frentes que vão atrair e falar de coisas que tem a ver com o seu público-alvo.

O blog da Amplic é um ótimo exemplo de como isso funciona!

Exemplo de marketing de conteúdo da empresa Amplic

A Amplic é uma empresa financeira B2B que tem como clientes empresas e empresários com um determinado perfil.

Em seu blog, encontramos diversos artigos sobre finanças e empreendedorismo, assuntos que certamente interessam o seu público-alvo. 

Ou seja, a chance de alguém com esse perfil encontrar o site e os serviços da Amplic — e se interessar genuinamente — aumenta com esse trabalho.

  • Se você quiser entender melhor como funciona a estratégia de criação de personalidade e universo da marca, leia os nossos artigos sobre Branding e Marketing de Conteúdo

5 jeitos de trabalhar o Inbound Marketing

E depois de tudo isso, você pode estar se perguntando: “beleza, mas COMO eu faço isso acontecer?”

Existem várias frentes pelas quais você pode trabalhar seu Inbound Marketing.

E você já pode ter percebido que o Marketing de Conteúdo vai ser o seu grande aliado nessa estratégia. 

Inclusive, é muito comum que um seja confundido com o outro. Mas, na verdade, eles são coisas diferentes.

Qual é a diferença entre o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo?

O Inbound Marketing é uma estratégia de marketing que trabalha para que o cliente até a empresa, por livre e espontânea vontade. 

Já o Marketing de Conteúdo é uma estratégia de marketing que tem como objetivo atrair novos clientes e engajar os já existentes por meio da produção e compartilhamento de um conteúdo.

Em outras palavras, o Marketing de Conteúdo é UM dos jeitos de trabalhar o Inbound Marketing. 

O Marketing de Conteúdo está dentro do Inbound Marketing

O Marketing de Conteúdo é uma das estratégias do Inbound Marketing.

Mas como trabalhar o Inbound Marketing (seja com o Marketing de Conteúdo ou não) na prática?

1. Redes Sociais

Esse provavelmente é um dos métodos mais populares de Inbound Marketing.

Vai dizer que você nunca descobriu uma marca navegando pela aba de busca do Instagram ou por hashtags?!

Não é à toa que, hoje em dia, elas são uma das apostas das empresas para atrair novos clientes organicamente. 

  • Para ver dicas de como trabalhar redes sociais para o seu negócio, clique aqui!

2. Blog

Enquanto as redes sociais trabalham muito bem para metas a curto e médio prazo, não é uma boa ideia apostar todas as suas fichas apenas neste canal.

Inclusive, falamos sobre a importância de multiplicar os seus canais de contato com os clientes no nosso Instagram. Clique aqui para ver.

É curiosa a quantidade de pessoas que aposta todas as fichas nas redes sociais e ignora outras estratégias.

Por mais que as redes sociais possam trazer um retorno incrível, a plataforma não é nossa. Ou seja, se um dia ela resolver sumir, todo o seu trabalho de marca será perdido. 

Além disso, o blog é uma estratégia muito interessante quando pensada como planejamento orgânico de médio e longo prazo. 

  • Para ver dicas de como trabalhar um blog para o seu negócio, clique aqui!

3. SEO

Sempre que falamos de blog, precisamos lembrar da importância do SEO.

Relembrando, SEO significa “Search Engine Optimization” e é um conjunto de técnicas aplicada a um site e/ou artigo que vão facilitar que ele fique no topo da página de pesquisa do Google. 

  • Para ver dicas de como trabalhar o SEO para o seu negócio, clique aqui!

O SEO é um ótimo exemplo de técnica de Inbound Marketing que não é Marketing de Conteúdo; ele é uma ferramenta que pode atuar e auxiliar em várias frentes do seu trabalho.

4. E-mail Marketing

Se você ainda acha que enviar e-mails de empresa é sinônimo de spam, talvez seja hora de repensar isso 😛

Estudos mostram que cada vez mais esse é um canal que as empresas devem usar para se comunicar com sucesso com os seus clientes.

Para mostrar como isso é verdade, trouxemos alguns dados interessantes: 

  • 59% das pessoas que trabalham com marketing dizem que o e-mail é sua maior fonte de ROI (Hubspot, 2019);
  • 61% dos consumidores preferem ser contatados por marcas por e-mail (Statista, 2019);
  • Uma mensagem tem 5x mais chances de ser aberta quando enviada por e-mail do que por Facebook (Radicati, 2017);
  • 72% das pessoas preferem receber conteúdo promocional por e-mail do que por redes sociais (MarketingSherpa, 2013).

5. eBook

Um eBook é um livro eletrônico.

Esse formato ficou bastante popular de uns anos pra cá graças à popularização dos leitores digitais como o Kindle e o Kobo.

Mas o eBook que a sua empresa vai oferecer não precisa ser feito especificamente para essas plataformas.

Basta ser um PDF que possa ser acessado em diferentes aparelhos eletrônicos, como computadores, celulares, tablets ou mesmo pelos leitores digitais. 

Nele, escolha falar de algum assunto no qual sua marca tenha expertise.

Esse material pode ser vendido ou oferecido gratuitamente. No segundo caso, você pode pedir em troca o e-mail do interessado e, pronto!, você tem uma lead qualificada! 🙂

Por que trabalhar o Inbound Marketing?

Como nós falamos no início do post, o Inbound Marketing não é o método mais tradicional de marketing.

Então por que optar por ele, quando existem outras estratégias tão mais consolidadas?

A gente vai te mostrar algumas vantagens de investir em um bom Inbound Marketing:

1. Para construir e preservar o branding da sua marca

O branding é tudo o que envolve a relação cliente x marca.

Em outras palavras, é um conjunto de decisões que diz respeito a qualquer aspecto que ajude a criar e reforçar a personalidade e comunicação da sua marca para o seu público final. 

E onde que o Inbound Marketing entra aí? 

Ora, se justamente o primeiro passo da sua estratégia é criar um universo visual e de conteúdo alinhado com o branding da empresa, isso já explica muita coisa, não é? 😉

E se você continuar alimentando esse universo, seja no feed do Instagram, seja com postagens no seu blog, você vai ajudar não só a preservar sua personalidade como também a fortalecê-la ainda mais!

2. Porque pode ser orgânico

Em marketing, quando chamamos um trabalho de orgânico, significa que ele não recebeu nenhum inve$timento para aumentar o seu alcance. 

Por exemplo, se você faz uma pesquisa no Google e clica em um link (que não esteja sinalizado com “Ad”, como mostramos abaixo), significa que você foi atraído organicamente.

Em contrapartida, se você clica em um anúncio (que está sempre sinalizado com “Ad”), chamamos esse acesso de clique pago. 

Quando o alcance de um site é impulsionado, está sempre sinalizado com o Ad

E se você quiser, o Inbound Marketing pode ser completamente orgânico — o que pode ser uma ótima saída para empresas que estão começando o seu trabalho em marketing.

  • Para aprender mais sobre Marketing Orgânico, clique aqui!

3. Para atrair pessoas qualificadas

Já falamos bastante sobre atração de pessoas qualificadas aqui em cima, mas, para fechar com chave de ouro, vamos trazer um exemplo que vai explicar bem isso:

Vamos supor que você não coma carne e está vendo TV.

De repente, aparece um comercial sobre a inauguração de uma churrascaria. 

Isso vai te impactar em algum nível? Não. Você vai visitar o restaurante por vontade própria? Não. 

Ou seja, olha aí um potencial sendo desperdiçado.

Além de ter um custo normalmente mais alto, nem sempre se consegue atingir as pessoas certas no Outbound Marketing. E nem medir com precisão os resultados das suas ações.

O canal de TV que transmitiu o seu anúncio certamente tem um levantamento enorme com uma série de pesquisas sobre os números e hábitos de quem estava assistindo seu canal quando o anúncio do restaurante passou.

Mas, mesmo assim, eles são só uma média geral. 

Como o Inbound Marketing não “sai” à procura de pessoas para impactar, ele acaba falando apenas com as pessoas que realmente se interessam pelo o seu negócio.

É algo como “cuide do seu jardim e as borboletas virão até você” (brega? Talvez, mas fez supersentido, vai!). 

OBS: Importante ressaltar que não estamos falando que as ações de Outbound Marketing não são necessárias, pelo contrário!

Vamos falar sobre isso melhor no próximo tópico, mas, no caso do comercial sobre a churrascaria, ele pode trabalhar outros aspectos do marketing, como reconhecimento de marca e memorização de serviço.

4. Para o seu Marketing de Relacionamento

O Inbound Marketing trabalha para criar algo que vai atrair o seu cliente até a sua marca, além do seu produto e serviço. 

Ao não oferecer apenas o seu produto ou serviço escancaradamente, quem é impactado pelas ações da empresa passa a gostar mais dela.

Sabe quando você entra em uma loja, não compra nada, mas, mesmo assim, a vendedora é muito simpática, responde todas as suas dúvidas com boa vontade e até te dá uma amostra grátis? 

A impressão causada por essa simples ação é tão boa que é possível que passemos a recomendar aquela loja, mesmo sem termos adquirido nada dela. E certamente fará com que você volte rapidamente para consumir lá.

No Inbound Marketing é assim.

O objetivo é impactar pessoas com o seu conteúdo.

Com isso, as pessoas tendem a se sentir mais confiantes na empresa, permitindo que ela entre mais em suas vida. Aos poucos, criam ainda um relacionamento saudável com ela, que resulta em venda e na criação de fãs, que passam a divulgar a marca por vontade própria. 

Não abandone as outras estratégias de marketing!

Nós mostramos todas as vantagens de trabalhar o Inbound Marketing como parte de sua estratégia.

Mas queremos deixar bem frisado que é sempre inteligente trabalhar diferentes estratégias de marketing para o seu negócio.

Não é porque o Inbound Marketing é legal — e se aplica melhor a alguns perfis e momentos do negócio –, que ele invalida os outros métodos. 

Inclusive, em muitos momentos eles acabam se encontrando e se misturando, como o próprio Marketing de Relacionamento de que falamos no último tópico.

É preciso diversificar sua carteira de investimentos em marketing.

E nós sabemos que isso pode parecer pesado, principalmente se você já tem várias outras coisas a respeito do seu negócio para se preocupar. 

Mas não se preocupe! 🙂

Se você estiver confuso(a) de por onde começar, nós podemos te ajudar!

A 7mídias te ajuda a traçar uma estratégia que faça sentido para você e pro seu negócio.

QUERO TRAÇAR UMA ESTRATÉGIA PARA O MEU NEGÓCIO!

Esperamos que esse artigo tenha te ajudado a entender um pouquinho mais sobre esse universo maravilhoso que é o marketing!

Se você ainda ficou com alguma dúvida, pode perguntar nos comentários aqui embaixo. Vamos adorar responder!

Para mais conteúdos como este, siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abraço e até a próxima!

qual é a importância do blog para sua empresa?

Marketing de Conteúdo: por que sua empresa deve ter um blog?

By Marketing de Conteúdo No Comments

Se você é das antigas no mundo da internet, provavelmente teve um blog (ou pelo menos conhece alguém que teve).

As reportagens de TV da época o descreviam como sendo um “diário virtual”. E fazia todo o sentido: nele, escrevíamos como tinha sido o nosso dia, o que tínhamos feito, nossos sentimentos etc.

Bom. De lá pra cá, muita coisa mudou.

Hoje, os blogs são um espaço de compartilhamento de informações úteis — muitos deles sendo usados como parte da estratégia de marketing de empresas.

Mas, pera.

Em que momento o blog virou uma “estratégia de marketing”? Quando ele parou de ser um lugar em que escrevíamos sobre o dia a dia na escola e passou a ser visto como estratégico?

Isso é fácil de entender.

Com o surgimento de novas redes sociais, as pessoas migraram seus conteúdos pessoais para outras plataformas (como o Instagram) e passaram a falar sobre assuntos mais gerais nos blogs, como política, moda, cinema, marketing digital 😎…

E onde entram as empresas nessa história? Até agora só falamos de pessoas.

O que o seu negócio tem a ver com isso?

Bom, é isso o que vamos explicar por aqui: por que a sua empresa deve ter um blog, quais são as suas vantagens e como ele pode ajudar no seu crescimento.

Se aconchegue com sua xícara de café e boa leitura! ☕

O que é marketing de conteúdo?

Para entendermos o que é marketing de conteúdo, primeiro precisamos revisitar a palavra “conteúdo”.

Aliás, se tem um termo que está na moda no mundo do marketing, este termo é “conteúdo”.

Provavelmente você já deve ter visto influencers e publicitários digitais falando que o mais importante para o sucesso online de uma marca é sua consistência e / de conteúdo.

"Conteúdo incrível!"

“conteúdo incrível!”

No dia a dia do “mundo offline”, costumamos associar a palavra “conteúdo” a relevância.

Por exemplo, quem nunca ouviu alguém dizer “ah, aquela pessoa é tão desinteressante, ela não tem conteúdo”?

Só que, em marketing digital, “conteúdo” significa qualquer coisa publicada — seja por meio de foto, vídeo, texto ou áudio.

Na verdade, é até engraçado: hoje em dia, TUDO é conteúdo.

Sim, quando você grava um stories sobre o seu jantar, é conteúdo (mas se ele vai interessar a outras pessoas, aí é outra história…).

Agora que já restabelecemos esse conceito, fica mais fácil de entender o que é Marketing de Conteúdo:

Marketing de Conteúdo é uma estratégia que tem como objetivo atrair novos clientes e engajar os já existentes por meio da produção e compartilhamento de um conteúdo.

Vamos explicar isso por partes:

0. O que é cliente?

Vale lembrar que cliente não necessariamente é a pessoa que consumiu o seu produto / serviço.

Cliente é uma pessoa que consome uma marca

Ou seja, ele segue, indica, gosta e se interessa pela empresa. Mas não obrigatoriamente paga por ela (e não necessariamente por birra; pode ser um impedimento geográfico, de poder de consumo, de falta de apoio etc.)

1. Marketing de conteúdo ajuda a atrair novos clientes

Considerando essa definição de cliente, o marketing de conteúdo vai trazer novas pessoas para conhecerem e (desejavelmente) se interessarem por uma marca.

Vai dizer que você nunca descobriu uma empresa bacana por meio da aba “Procurar” no Instagram? Você viu uma arte interessante e clicou. Olha o marketing de conteúdo atuando aí 🙂

E como fazer com que as pessoas encontrem o seu conteúdo? Isso nós vamos falar mais adiante.

2. Marketing de conteúdo ajuda a engajar os clientes já existentes

Essa é fácil de entender: certamente existem marcas que você já consumiu mas sobre a qual nunca mais ouviu falar, e tem as que você continuou acompanhando, seja por meio de postagens nas redes sociais, de podcasts, newsletters etc.

E por que você continuou ali?

Porque você se interessa pelo o que elas têm a dizer. Porque você gosta dos seus conteúdos.

Por que trabalhar o marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo é interessante porque ele trabalha duas etapas importantes da conversão: atrair e manter clientes.

Mas existe um outro fator que conta a favor dele: o econômico!

Já falamos melhor sobre isso por aqui: geralmente quem está começando um planejamento de marketing quer focar no retorno a curto prazo. Mas isso requer um grande inve$timento com anúncios, impulsionamentos, patrocínios etc.

Como alternativa, existem estratégias que podem trazer um retorno bem interessante a médio prazo e que são gratuitas — como o marketing de conteúdo.

Um conteúdo bem trabalhado pode ajudar MUITO no crescimento do seu negócio!

Como fazer marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo pode ser trabalhado por diversos meios: visual, audiovisual, escrito, auditivo…

Ou seja, você pode usar diferentes meios:

Se tudo é conteúdo, as plataformas são (quase) infinitas.

Mas, de todos esses canais que citamos, só dois são gratuitos e rápidos de começar: o blog e as redes sociais.

  • Para fazer um podcast, são necessários microfones especiais, editores de som e vinhetas com direitos autorais.
  • Para produzir vídeo no Youtube, são necessários equipamentos cinematográficos, programas de edição e editores de vídeo.
  • Para criar um e-book, são necessários um designer, um escritor, um revisor de conteúdo e uma plataforma para hospedar o livro.

Se quiser aprender mais sobre como usar as redes sociais para empresas, clique aqui.

Já o blog… É só escrever no bloco de notas e depois publicar na sua plataforma favorita 🙂

Blog para empresas: como fazer?

1. Como criar um blog para minha empresa?

Atualmente, existem várias plataformas gratuitas para criar um blog.

Muitas delas são user-friendly, mesmo se você não souber nada sobre programação. É só cadastrar sua conta, escolher um nome e sair postando!

Claro que, como esse é um trabalho para a sua empresa, é interessante que ele tenha um ar profissional, com domínio próprio (o “.com.br”), um bom servidor e um design original.

Se você precisar de ajuda para criar o blog da sua empresa, conte com a 7mídias! 🙂

2. Sobre o que minha empresa deve falar?

Quais assuntos devem ser abordados?

Fale de temas que façam sentido para o universo da marca.

Por exemplo, uma clínica veterinária pode escrever sobre as doenças e tratamentos mais comuns em animais, sua alimentação, seus cuidados diários…

Mas também é interessante fugir do óbvio.

Entenda a persona do seu cliente ideal e atraia-o por outros interesses.

Uma loja de móveis pode escrever sobre decoração de sala de estar ou do quarto.

Mas também deve explorar outros tópicos que conversem com o seu produto e público. Ela pode, por exemplo, montar uma lista de filmes com uma cenografia incrível.

Pense no seu cliente: do que ele gosta? O que ele escuta? O que ele vê?

Mescle esses dois tipos de conteúdo e encontre o balanço perfeito para atrair sua audiência!

Exemplo de marketing de conteúdo da empresa Amplic
O blog da Amplic, uma empresa financeira, aborda temas ligados a esse universo, mas com um olhar empreendedor — seu principal tipo de cliente.

Exemplo de marketing de conteúdo da empresa Metalúrgica Besser
Outro exemplo, o blog da loja de ferragens Metalúrgica Besser também mescla muito bem seus conteúdos: veja como mostra maneiras de usar um produto (painel canaletado), mas também fala sobre outros temas, como limpeza de ferrugem e tutoriais de faça você mesmo.

3. Como minha empresa deve falar?

Um blog bem trabalhado não só é uma oportunidade de trabalhar o seu marketing de conteúdo, mas também serve para fortalecer o branding da sua empresa.

Nesse post definimos o que é branding:

Branding é um conjunto de decisões que uma empresa toma para se comunicar com o seu público e mercado. (…) Nesse conjunto consta praticamente qualquer coisa que ajude a criar e reforçar a personalidade de uma marca (…) Desde uma identidade visual bem elaborada, passando pela escolha das causas sociais apoiadas pela empresa e sua linguagem nas redes sociais, até a seleção de músicas que tocam no espaço físico da marca.O branding ajuda a tornar uma marca consistente.”

Ou seja, temos aí uma ótima oportunidade para reforçar a personalidade da sua marca.

E como fazer isso?

Mais uma vez, lembre-se de seus clientes.

Como eles falam? Quais gírias usam? Sua linguagem é formal ou pode ser informal? Precisa usar palavras técnicas?

DICA: faça um mapeamento de palavras-chave que façam sentido para a sua fala.

Vai te ajudar a escrever melhor, além de conectar mais facilmente sua empresa com seu público-alvo, criando textos que ele realmente tem vontade de ler.

Marketing de conteúdo e blog, como fazer funcionar? O segredo do SEO

Lembra quando falamos que o marketing de conteúdo é ótimo para atrair novos clientes?

Poisé!

Mas muitos clientes chegam até nós meio desacreditados no trabalho de blog.

Eles costumam ter um site bem completo, com bastante postagens, mas sem nenhum retorno palpável.

Isso acontece porque não está sendo feito nenhum trabalho de SEO.

Resumidamente, SEO é um conjunto de técnicas que você usa em suas postagens de blog para ajudá-lo a ficar no topo das páginas de pesquisas. Você pode conhecer algumas dessas técnicas clicando aqui.

Claro que um blog que não trabalha essas técnicas pode eventualmente ter sucesso pontual em um ou outro post.

Mas isso é contar com a sorte.

E por que contar só com a sorte quando se pode otimizar o seu trabalho (e tempo e, consequentemente, sucesso)?

Não adianta produzir um conteúdo superbacana se ele não é encontrado por ninguém porque não foi produzido estrategicamente.

Se você já tem um blog com uma quantidade de posts interessantes, não precisa começar do zero e jogar fora todo o seu trabalho. Às vezes, tudo o que você precisa é da mãozinha de alguém que já tem o olhar preparado estrategicamente para isso. (oi!) 😉

Ou, se você quer trabalhar o seu marketing de conteúdo, mas não tem tempo ou não sabe por onde começar, peça ajuda para a 7mídias, somos especialistas em criar conteúdo para empresas incríveis!

E se ficou com alguma dúvida sobre o assunto, pode perguntar aqui nos comentários!

Quer mais conteúdo legal assim? siga nossas redes sociais e fique sempre de olho no nosso blog! (:

Um abraço e até a próxima!